1000 visitas a um simples erro merecem uma comemoração! Por isso sai um copo do melhor espumante/champagne/cava para todos :) à escolha do freguês!
Posso abrir excepções para os fãs inveterados de Martini [nos quais me incluo].
E obrigada ;)
Por enquanto só...
...quero ir à Índia.
...quero ir à Argentina e à América do Sul em geral...ou então visitar o continente Americano todo.
A lista não é muito extensa...dava para ver um destes desejos satisfeitos assim...ainda esta semana?
Viagens da nossa vida....quem as não tem?
Onde querem vocês estar um dia?...
Após anos e anos de logro e errância, é finalmente reposta a surpreendente verdade, que escapou casualmente dos lábios do seu portador, um senhor de meia idade, residente e trabalhador em Ponte de Lima – cidade que inscreve, assim, o seu nome na história da alimentação em geral e do vegetarianismo em particular.
A revelação é demolidora: uma das refeições rápidas mais antigas do planeta terra, o atum, é na realidade um vegetal. Carne do mar? Qual quê! Bróculo das ondas, couve-flor surfista, vegetal galopante, serão estes os novos epítetos deste recém-aclamado ser clorofílico verde. Após a determinação científica precisa da sua categoria - tubérculo, leguminosa, rebento, etc. – o atum será incluído na nova edição da roda da alimentação, revista e ampliada (o errortografico está em condições de avançar desde já com as informações exclusivas de que a roda conterá agora as novas categorias gomas e lápis de cor, sendo que o lápis azul escuro é considerado o mais nutritivo).
Rejubilem, companheiros vegetarianos, afinal há salvação possível. Há sempre o atum.
Faltam poucos minutos para o fim cronológico das férias. Relembro-me que não vale a pena ficar triste e que as saudades são só do que há-de vir e que muito do que eu gosto e as pessoas de quem eu gosto estão aqui e isso é o que interessa.
Posto isto, é o regresso :)Benvinguts ao errortográfico pós-Barcelona!
Depois de sabermos o que são as férias grandes, meses e meses de lazer e preguicite aguda, madrugadas e manhãs em frente à TV a ver bonecada ou a esperar por ela (ou era só eu que gramava o 70 x 7 e o TV rural à espera dos desenhos animados porque me levantava cedo demais?!), praia, lanches na avó com doces cheios de açúcar proibidos pelos pais, longos passeios de triciclo ou bicicleta, sopas carinhosamente “confeccionadas” com as hidranjas do jardim no quintal da avó, recortes de papel que ganham vida social e familiar, brincadeiras com os irmãos (ou irmã, no meu caso :) e primos e vizinhos e o cão, compras de material escolar novinho em folha e livros a cheirar a papel fresco, não há férias que nos encham as medidas como essas*.
Quem trabalha, tem de se contentar com uns míseros 20 e poucos dias de férias (que raramente podem ser seguidos).
Ora eu acho isso muito e muito injusto.
Um dos consolos das férias quando já se trabalha é que não há trabalhos de casa para fazer a correr antes de começarem as aulas!
Mesmo assim, vivam as férias. Este blog fica mais ou menos em banho-maria (ainda lhe dou umas espreitadelas enquanto estiver por aqui, antes e depois de Barcelona) até ao regresso ao trabalho *GRUNF!*, lá para o final de Agosto.
Até lá, óptimas férias para quem vai e óptimo trabalho para quem fica!
*À excepção das viagens da nossa vida, claro ;)
No Público de hoje:"Fogo consumiu 130 hectares entre Coimbra e Pombal e provocou o corte da A1. Suspeito foi libertadoO indivíduo que no passado sábado terá alegadamente ateado o incêndio que destruiu uma vasta área florestal, entre Soure e Pombal, provocando mesmo o corte da A1, foi detido pelos investigadores da Directoria de Coimbra da Polícia Judiciária (PJ). Trata-se de um estucador, de 29 anos, residente em Condeixa-a-Nova, que assumiu imediatamente a autoria do incêndio. Garantiu ter sido a primeira vez que ateou um fogo e explicou tê-lo feito apenas por divertimento. As chamas deflagraram em Roulhão (Soure) e o homem, que não tinha antecedentes criminais, terá usado um isqueiro."Divertimento? Di-ver-ti-men-to?! Alguém me belisque, sff.
E dos brindes.
O nosso coração de tuguinhas palpita por uma boa borla ou um bom brinde. Ficamos com suores frios só de pensar que há uma borla ou um brinde e não estamos lá, arrepiamo-nos ao pensar que as pálas para o sol que nunca, mas nunca iremos utilizar podem acabar antes de termos uma.
É ver quem anda a distribuir coisas de borla (profissão de risco!) andar com um enxame de pessoal a acotovelar-se, a correr perigo de vida para obter um belo boné amarelo que diz "Transportes Joaquim e Manel Lda" ou "Cabeleireiros Nani", ou então aquela esferográfica que vai ficar mesmo a matar na nossa colecção de mais de 478 canetas e lápis variados.
No Verão, assistimos à proliferação de brindes distribuídos com iogurtes, gelados, bolachas, cereais, vinho, etc. Diz-nos simpaticamente a pessoa das promoções “se levar só uma embalagem de gelado, não leva nada, mas se levar 4 já recebe uma bonita e útil colher. Se levar 32 embalagens, leva uma mochila térmica com GPS.” E nós, febris, pensamos “e agora, eu preciso de um brinde, e aquela colherzinha de café fazia cá um jeitaço! Por outro lado, a mochila é que era.” Quando nos decidimos finalmente a levar muito mais embalagens de gelado do que as necessárias, truflas, outra promoção: comprando apenas 6 iogurtes, levamos um copinho colorido. Mas o dilema, nós queremos toda a colecção de copinhos! E comprando apenas 36 embalagens de iogurte, ficamos com a colecção toda e DE BORLA!*
Quem nunca aproveitou uma borla que se denuncie. Eu ainda anteontem adquiri febrilmente 4 garrafas de água+chá para ter uma bela bolsinha. E que jeitosa que é!** ;)
*Esta promoção é verídica.** OK, admito, *só* por acaso estou viciada nessa água+chá!
Comente apenas 52 posts deste blog e obtenha um post personalizado totalmente GRÁTIS! Aproveite já, SÓ HOJE!
Errortográfico – há 6 meses a errar para si ;)
Ontem à tarde:- Sim, e para sobremesa, que podemos fazer?- Olha, só me me lembro daquela sobremesa com cogumelos, natas e palitos La Reine!- Ah, cogumelos, sim senhora...- Eu disse cogumelos? Queria dizer pêssego!Se confundir cogumelos com pêssego não é um indicador claro de que as férias se aproximam, não sei o que será.
Porque é que eu insisto em fazer listas de compras, afazeres, tarefas e em escrever na agenda e depois nunca utilizo esses supostamente preciosos auxiliares de memória? Guardo as listas mentalmente e lembro-me constantemente delas (não de forma obsessiva, mas estão lá e pior, lembro-me delas quando é preciso!), ocupando assim uma parte do cérebro que poderia ser rentabilizada para algo mais proveitoso. Eu sei, é bom ter boa memória para algumas coisas, mas mesmo assim... resta-me fazer o enooorme sacrifício de comer queijo a ver se as listas se tornam úteis.
1. Cuspir para o chão
2. Não tomar banho
3. Não usar desodorizante
4. Não ir ao dentista e ignorar dentes amarelos e podres achando que dão um ar vivido 5. Ignorar qualquer atitude higiénica recomendável relativa ao cabelo e pavonear a oleosidade/secura/casposidade/etc. como se não houvesse amanhã(ou vários/todos em simultâneo)
Ainda não descolei do tema medieval. Mas é difícil, quando constatamos que afinal, a feira medieval é quando o homem e a mulher quiserem...
Imagem da Sagrada Familia de GaudiDaqui a uma semana estou em Barcelona! Finalmente.Alguma sugestão de coisas imperdíveis? :)
...músicas melodiosas. Na versão do Jeff Buckley, sff. E para ouvir até não poder mais.Lilac wine is sweet and heady where's my love?Lilac wine, I feel unsteady, where's my love?Listen to me, why is everything so hazy?Isn't that she, or am I just going crazy, dear?Lilac Wine, I feel unready for my love...
Ha! Queriam mais confissões existenciais! Agora chegou a minha vez de fazer inveja...e que tal um bolo de chocolate recheado de mousse a sair do forno, acompanhado por fruta laminada? :P
16h05- Olá, estás boa? Que andas a fazer?- Por acaso ia mesmo agora tomar o pequeno-almoço.
13h25:
- Olá, estás bom? Já almoçaste?- Não, acordei agora.
Descobri que não gostava de ter vivido na época medieval (ou então que ainda vivo e não gosto).
Alguém devia explicar às pessoas que lá por irem a uma feira “medieval”, não têm necessariamente de encarnar uma personagem medieval.
Cerca de 90% dos visitantes da feira a que fui este fim-de-semana pareciam ter regressado ao passado, pelo menos a julgar pelo odor corporal, pelos encontrões e calcadelas mesmo quando havia espaço de sobra, pela forma de comer as sandes que se vendiam na rua - de boca aberta e a deixar cair pedaços de carne gordurosa em toda a parte - pela maneira como falavam em altos berros ao telemóvel (tornando-o um objecto dispensável, já que os interlocutores iriam ouvi-los sem qualquer problema apenas por via aérea). O auge da feira foi uma conversa que ouvi entre dois homens dos seus trinta anos, um deles de muletas, ambos horrorosos e a tresandar, que iam a olhar de cima a baixo todas as mulheres que passavam e foram depois no encalço de duas jovens (uma delas não tinha mais de 15 anos):
-“Eix, olha-me estas duas! Não iam?”
-“Quais, ah, estas! Atão num iam? Era já! Olé se iam! Ai ninas!”
-“Vamos atrás delas, despacha-ti!”
Depois desta injecção de medieval, várias calcadelas e berros-lancinantes-supostamente-ao-telemóvel-ao-meu-ouvido depois, só me apetecia uma banheira perfumada cheia de flores e uma caixa de chocolates.
Não cheguei a concretizar o desejo em si (e a consciência do gasto de água que ele implicaria nunca me deixaria fazê-lo)*. Mas saí de lá com a certeza de que nasci na época certa.*Posso sempre vingar-me nos chocolates.