...voltar atrás só um bocadinho?Boa semana! :)
A palavra do dia de hoje designa um objecto imprescindível, pelo menos aqui onde estou, e durante muito tempo no Inverno. Muitas pessoas não gostam de usar. Há de todas as cores e padrões, resistentes e decadentes, pequenos e gigantescos. E é das minhas palavras favoritas em alemão: Regenschirm.E pelos vistos, vai ser preciso para o fim-de-semana. E já que falamos nisso...bom fim-de-semana!
Chove, chove, chove, chove, chove...Quando andava na escola primária, tinha um guarda-chuva vermelho com jogadores de futebol pequeninos e outro azul com cães amarelos, um impermeável transparente e umas galochas (não eram daquelas com olhos que eu tanto queria, snif snif) que me faziam achar a chuva bonita e gostar de saltar nas poças. O problema era que tínhamos de passar o recreio num recinto coberto horrível, escuro, demasiado pequeno para tanta criançada. Nesses dias, a chuva nunca mais parava.Assim como hoje, em que ainda mal parou de chover. Mas não nos podemos dar ao luxo de não gostar da chuva, a cair de mansinho e a regar tudo e a evitar os incêndios.Por isso, let it rain :)
O dia começou agitado; acordei mais cedo com gaivotas a tentarem despedaçar o telhado e as janelas que me separam do céu (num sótão, que é onde tento dormir). Já vos tinha dito que odeio gaivotas? Pois, odeio.O dia continua agitado: o volume de trabalho aumentou significativamente. Projecto técnico, aborrecido e que envolve toneladas de pesquisa. Que curiosamente, é aliciante, secalhar precisamente por ser difícil :)Conclusão: nem todos os dias agitados são necessariamente maus. Um bom dia para vocês ;)
Hmmm. Uma nova secção "palavra do dia". Gosto.A ver DVDs de filmes cómicos a fugir pró idiota, também se aprende qualquer coisa. Primeiro, surge a dúvida ao ver o menu inicial de selecção: que língua será hrvatski? Não há nenhuma ligação linguística com a palavra em português ou línguas conhecidas, não se consegue estabelecer um parentesco, ninguém percebe donde é a língua, desistimos.Conversa infrutífera com almofada ergonómica. Manhã, as maravilhas da tecnologia e dos algoritmos de pesquisa. Hrvatski é nada mais, nada menos do que croata.*"olá!"
Not short scenes xungas. It has ceninhas that they are foleiras and ready.Não curto cenas xungas. Há ceninhas que são foleiras e prontos.OK, OK, eu não gozo mais com a tradução automática. Mas ainda gostava de descobrir uma frase em que a máquina não traduza nada ;) às vezes, era tãaao preferível.
É triste ter de explicar a uma pessoa que uma palavra não tem necessariamente de ter sempre a mesma tradução.Ou então sou eu a ser esquisita, como de costume :)
Título alternativo: Uí spic inguelixeMáquina: Olá, as is today? It has days where it is so difficult to arrange reasons to write, that today I decided to illustrate the virtues of the automatic translation. E believes, entirely has manuals and summaries written with this precious aid. Real translators for what!? We go all maquinês speech and to rejubilar with the result. [Tradução do texto que se segue no Babelfish]
Eu: Olá, como estão hoje? Há dias em que é tão difícil arranjar motivos para escrever, que hoje decidi ilustrar as virtudes da tradução automática. E acreditem, há manuais e ementas escritas inteiramente com este auxílio precioso. Tradutores reais para quê? Vamos todos falar maquinês e rejubilar com o resultado.
Uma procura de alguém do Brasil que saiu gorada e foi dar aqui.A outra, de alguém das Honduras que foi dar aqui.Neste blog está tudo vivo e os animais de estimação são a sério :) ou alguém confessa ter um tamagotchi?!
Beber horchata engarrafada (esta verdade, comprovada por 2 horchatólogos mais ou menos convictos e 2 amigos estóicos e insubstituíveis que fizeram o favor de provar e dar por verdadeira esta teoria, também documentada fotograficamente :)
Não vale a pena pela bebida em si, claro está. Porque em compensação, um brinde vale sempre a pena. Ainda para mais em boa companhia!
“Para regar os 31 campos de golfe actualmente existentes no Algarve é necessário um volume de água equivalente ao consumo de uma cidade com 240 mil habitantes - ou seja, cerca de 60% da população residente na região - indica um estudo universitário.” JN, 05/09/2005
Dentro das medidas previstas para poupar água e diminuir os fogos florestais, foi decidido que brevemente, os habitantes das áreas circundantes de campos de golfe serão simpaticamente convidados a ir viver para os ditos campos e aproveitar a água da rega para tomar banho e cozinhar, a horas em que o campo não esteja a ser utilizado por golfistas. É assim que Portugal, um país com vincadas e seculares tradições no golfe, responde à seca e aos incêndios florestais.
Bernardo de Fonssecca e Esppíritto Santto, um renomeado golfista nacional, argumenta: “Nunca ninguém viu relva a arder, certo? Nem um campo de golfe que se preze sem relva verde e viçosa, pois não? Assim está tudo resolvido! Ainda por cima depois vêm bué de turistas golfar forte e feio, tá a ver? Todos ganham com estas medidas ímpares no mundo.”A semana começa cinzenta, ao contrário dos campos de golfe, sempre verdinhos.
Aqui fica uma ENORME, fofa, suculeeeeeenta, de-li-ci-o-sa, magnânime e magnífica fatia de bolo de chocolate imaginária...especialmente para o vosso fim-de-semana :)
Achocolatem-se!
Na maior parte dos dias, odeio indirectas. Eu sei que não inevitáveis, mas (e principalmente) vindas de quem nos conhece mal, são totalmente dispensáveis.
Prefiro que me falem sempre a cantar :) (e como gosto desta expressão!)
Peço desculpa às duas pessoas do Brasil cujas expectativas se viram defraudadas no errortográfico: não há aqui "imagens de bolos" nem "receitas com Ovomaltine", palavras estas pelas quais pesquisaram num motor de busca brasileiro, que amavelmente as dirigiu para este blog.Conclusão lógica: tenho de pôr mais açúcar neste blog.
Que não, que as coisas não estavam tão más há muito tempo, que eram tempos difíceis, que não se devem ter grandes expectativas em relação a evoluções nem situações definitivas. Ah, que sim, esperavam que melhorasse, mas que era importante fazer o ponto da situação. Talvez tudo melhore; entretanto, ficamos aqui sentadinhos à espera. *que claro, me faz lembrar o grande Eça de Queirós (>e que óptimo site este da Biblioteca Nacional, com o essencial sobre Eça e algumas das obras/espólio de Eça em formato digital!). Voltando ao tipo de discurso, também me faz lembrar o perigo que é dizer o que alguém disse sem emitir juízos de valor :)
1000 visitas a um simples erro merecem uma comemoração! Por isso sai um copo do melhor espumante/champagne/cava para todos :) à escolha do freguês!
Posso abrir excepções para os fãs inveterados de Martini [nos quais me incluo].
E obrigada ;)
Por enquanto só...
...quero ir à Índia.
...quero ir à Argentina e à América do Sul em geral...ou então visitar o continente Americano todo.
A lista não é muito extensa...dava para ver um destes desejos satisfeitos assim...ainda esta semana?
Viagens da nossa vida....quem as não tem?
Onde querem vocês estar um dia?...
Após anos e anos de logro e errância, é finalmente reposta a surpreendente verdade, que escapou casualmente dos lábios do seu portador, um senhor de meia idade, residente e trabalhador em Ponte de Lima – cidade que inscreve, assim, o seu nome na história da alimentação em geral e do vegetarianismo em particular.
A revelação é demolidora: uma das refeições rápidas mais antigas do planeta terra, o atum, é na realidade um vegetal. Carne do mar? Qual quê! Bróculo das ondas, couve-flor surfista, vegetal galopante, serão estes os novos epítetos deste recém-aclamado ser clorofílico verde. Após a determinação científica precisa da sua categoria - tubérculo, leguminosa, rebento, etc. – o atum será incluído na nova edição da roda da alimentação, revista e ampliada (o errortografico está em condições de avançar desde já com as informações exclusivas de que a roda conterá agora as novas categorias gomas e lápis de cor, sendo que o lápis azul escuro é considerado o mais nutritivo).
Rejubilem, companheiros vegetarianos, afinal há salvação possível. Há sempre o atum.