25/07/2006
Sugestões, aceitam-se!
Mas alguém me explica?
Por exemplo, estou sempre a recriminar-me por ler menos do que devia. Leio em trabalho, evidentemente, mas isso não chega. Portanto, nada melhor que ter tempo para ler e...apetecer-me ler. No entanto, isso nem sempre acontece. Noutro dia, por exemplo, eu tinha tempo, até me apetecia ler, MAS...tinha muito mais que fazer. O que fiz eu? Li. Deixando todas as tarefas urgentes para...outra altura.
Ora então li, li, li – claro que não foi o livro ali da coluna da direita, que está em modo de repouso (ou não fosse eu uma leitora algo caótica)– foi outro livro, que me foi oferecido noutro dia pela minha amiga e colega e tudo e tudo ali de um blog vizinho e de que estou a gostar bastante.
E quando é que eu decidi levar a cabo as tarefas urgentes de rega dos vasos, arrumação, etc., hã? De manhã, antes de vir trabalhar! E não é que o timing já de si periclitante da manhã pré-laboral se ajustou às tarefas urgentes e ficou tudo resolvido?!
24/07/2006
Dos enganos
21/07/2006
Coisas que se podem fazer num escritório...
1. Ouvir música em altos berros, cantar e dançar.
2. Ir para a janela e analisar minuciosamente a paisagem e a vizinhança: estado dos prédios, transeuntes, trânsito.
3. Ler blogs sem disfarçar a coisa com um jornal ou um documento totalmente desinteressante aberto.
4. Ler um livro com os pés em cima da mesa.
5. Dormitar na cadeira na posição mais confortável que se conseguir encontrar e utilizando tudo em redor para dispersar pernas e braços: caixote do lixo, torre do PC, secretária e bloco de gavetas.
6. Arranjar as unhas, caso tivesse o material necessário. Estudar a hipótese de trazer o material necessário à tarde.
7. Aceder a todos os programas de conversação online e tentar encontrar um amigo ou um conhecido caridoso que não tenha nada de mais interessante para fazer do que falar connosco.
8. Postar tudo e mais alguma coisa, martirizando a blogosfera com caracteres e caracteres de utilidade e interesse altamente duvidosos.
Não que eu faça nada disto, claro. Cof.
20/07/2006
Eclectismo
19/07/2006
Planos +/- furados
18/07/2006
The (Un)Happy Planet Index
Pelos vistos, o meu valor pessoal é bastante elevado: 77,6. No Vanuatu, país do mundo onde o HPI é mais elevado e que se vangloria de ser o local mais feliz do mundo (ver site indicado anteriormente), a média é de 68,2. Em Portugal, é de 34,8 (!!). A média actual do inquérito é de 42 e o valor considerado ideal é de 83.
Fazendo as contas, se eu me mudar para o Vanuatu (isto é, depois de descobrir ao certo aonde fica), devo conseguir rebentar a escala! Agora ó-sá-xafôri, vão lá responder e aumentem a média, sim? Tristezas não pagam dívidas :)
Molha-tolos!
17/07/2006
Querida senhora da limpeza aqui do escritório
Ora a minha actividade de jardinagem - este único vaso - envolve um cuidadoso estudo do bem-estar da planta em questão, uma avaliação criteriosa das condições de humidade e saturação aquosa da zona envolvente da planta (vulgo terra) - utilizando um dos instrumentos tecnológicos mais precisos que tenho à disposição, o olhómetro - bem como a ponderação cuidada de cada movimento associado à actividade de jardinagem. Resumindo: a única pessoa autorizada a mexer na planta e a estabelecer os momentos de rega sou...EU.
Reparei, querida senhora da limpeza aqui do escritório, que tentou afogar a minha rica planta com uma quantidade inimaginável de água, que seria suficiente para regar dois parques da cidade. Ora isso não se faz. Se alguém tem o direito de exterminar a planta, esse alguém sou eu, OK? Agora a planta está nos cuidados intensivos e só espero que recupere.
É que mesmo quando achamos que não temos grande jeito para uma actividade, chega alguém e prova que afinal não somos assim tão maus. Umpf. A relatividade descobre-se das piores maneiras.
Boa semana :)
14/07/2006
É do calor, é do calor!
Mas mau, mesmo mau, é constatar que um elevadíssimo e muito significativo número de pessoas ainda não descobriu:
a) a importância de usar desodorizante;
b) a importância de usar um bom desodorizante, ou pelo menos razoável;
c) a importância de evitar usar fibras sintéticas com este calor (ponto particularmente importante).
Siga a sexta-feira - de preferência, bem-cheirosa, e bom fim-de-semana!
13/07/2006
Dos aniversários
11/07/2006
Coisas que eu gostava de perceber I
Já a minha avó diz que os olhos não são para comer sopas, portanto aceito que se possa olhar, ver e até admirar quem passa; mau era se andássemos aqui todos a olhar para o chão ou a ver navios. Sim, existem outras pessoas neste mundo! Isto pode ser uma novidade bombástica para alguns egoístas crónicos; mas destes, não reza o post de hoje, portanto adiante.
O que não compreendo é a necessidade que os velhotes têm de mandar uma boca, necessidade esta que parece afectar um considerável número de velhotes aqui das redondezas; boca esta que, em lugar de enaltecer a beleza ou fazer alguém sentir-se admirado, provoca pouco mais do que repulsa, podendo até apelar a reacções verbais ou físicas relativamente violentas. A boca foleira pode transformar alguém que até ao momento víamos como um simples velhinho...num velhote.
Por exemplo, hoje um velhote caquético pôs-se com um pxxxxxt pxxxxxt e a murmurar qualquer coisa entredentes (muito possivelmente, postiços) enquanto eu estava a passar. E o que é que eu fiz? Instintivamente, virei-me para ele – velhote – e disse com o meu tom matinal pré-pequeno-almoço menos simpático número 2: “XIU! Esteja mas é calado e ganhe juízo!”
Não consegui evitar! Velhotes caquéticos-armados-em-espertos como este deste mundo: por algum motivo vos caem os dentes, OK? Para terem menos probabilidades de dizer asneiras! Portanto apanhem o metro, vão até um jardim público jogar umas cartadas, sorriam aos transeuntes, oiçam o relato e falem mal de meio mundo; isto, vocês fazem bem. Quase tudo o resto irá fazer-vos cair no ridículo. Respeitem quem vos paga parte da reforma e tem idade para ser vosso bisneto! Grunf!
10/07/2006
Post azulado
*Que é como quem diz, venceram os azuis de que gostava mais! E sim, é só isto que tenho a dizer sobre o Mundial :)
07/07/2006
Modo de fim-de-semana...
Bom fim-de-semana para todos :)
06/07/2006
Porquê, oh porquê!
Esta dramática expressão do título é a que me escapa sempre que estou numa sala de cinema (daquelas mais foleiras, aonde só vamos obrigados ou com convites) - a sala está vazia e eu chego relativamente cedo para escolher o lugar. Passados largos minutos, quando o filme está prestes a começar, chega a pessoa mais alta da cidade, quiçá até do país ou do mundo, ou pelo menos daquela sala, e senta-se precisamente...à minha frente. A isso, eu chamo ter sorte, daqui do alto do meu imponente metro e sessenta!
05/07/2006
Jogo jogo jogo jogo jogo...
*Pois, não se fala de outra coisa :)
Bah!
Sugestão

Christine: [seeing his bandage] Whoa, what happened?
Richard: You want the short version or the long one?
Christine: The long one.
Richard: I tried to save my life but it didn't work.
Christine: Wow. What's the short one?
Richard: I burned it.
Dos melhores filmes que vi nos últimos tempos; mais um que escapa com distinção à onda de filmes de Verão. Altamente aconselhável!
Mais informações: aqui e aqui.
04/07/2006
Querer é poder?
Mas pior ainda, é não sabermos o que queremos. Todos temos momentos de indefinição; o pior é quando a indefinição começa a ser uma constante demasiado presente. Temos necessidade de ter quereres. A maior parte das vezes, estes quereres não são materiais, são apenas objectivos que traçamos para nós próprios. O mais importante? Não desanimar se não os cumprirmos. Não desanimar por demorarem mais a surgir determinados momentos, coisas, acontecimentos, o que quer que seja. Alterar o que for preciso. Porque sabemos quase sempre o que não queremos, e isso já é alguma coisa.
Vem isto a propósito de nada em especial. Acho que foi só um momento de introspecção relacionado com a alteração numérica que se aproxima :)
03/07/2006
Ser peão I

passadeira
s.f.
(...)
marcação de listas largas e brancas no pavimento de uma estrada indicando a zona de passagem para os peões.
Todos somos peões, de vez em quando. E agora que sou muito mais vezes peã do que condutora, tenho constatado que uma elevada percentagem de condutores está seriamente empenhada em extinguir essa espécie incómoda e dispensável que são os peões. Somos alvos a abater, carne para canhão, portanto; ajudamos a prolongar o clima bélico das estradas portuguesas até aos passeios, numa atitude estóica e corajosa em prol da humanidade muito mais importante que anda sobre rodas.
É que eles são chatos, pá! Uma pessoa a querer acelerar por essas estradas afora, a andar na sua vida, e tem de parar por causa de uma mísera pessoa?! UMA que seja, pá?! Mas que grande seca! Eles têm tempo e eu não, pá! E além disso, tenho pressa! Quem anda a pé nunca tem pressa e tem sempre muito tempo!
Pois. Não digo que os peões possam usar e abusar do estatuto, atravessando sem olhar para a estrada, agindo como se o mundo tivesse de parar para eles passarem quando lhes der na real veneta ou atravessando onde bem lhes apetece. Mas os exageros e as manobras arriscadas, as tangentes e as travagens bruscas que vejo todos os dias [quase] nunca são provocadas pelos peões, mas sim pela habitual atitude “quem manda aqui sou eu e máinada” de muitos condutores. Felizmente, não todos.
Ainda hoje, foi por um triz que escapei a uma cinquentona algo desgovernada que me contornou a grande velocidade quando eu já ia a meio de uma passadeira, num local com óptima visibilidade. Para não me deixar passar, a senhora quase tinha um encontro muito imediato com um amistoso e verde vidrão. E eu fiquei aqui a pensar que a modos que não me importava nada de viver mais uns anitos.
Quando vemos os outros como obstáculos - nas estradas e em muitas outras áreas - algo de muito mau se passa na nossa mente.
Boa semana ;)
30/06/2006
Era um copinho com dois sabores, ó-sá-xavôri!

Muttscomics.com
Só falta mesmo o calor, porque a vontade de comer gelados arranja-se depressa :)
Bom fim-de-semana!
29/06/2006
É para mim, e depois?
- Queria levar este.
- É para oferecer?
- Não, é mesmo para mim!
- (ar de desprezo, algures entre o enjoado e o raispartam-este-emprego)
Já não se pode comprar um boneco de peluche, é, senhora trombuda da loja de peluches?! Umpf!
28/06/2006
Claro!
...
É mesmo cansaço ocular :)
A vida secreta das palavras

Aproxima-se aquela época do ano em que a oferta cinematográfica é cada vez menor e significativamente pior. Portanto é bom encontrar filmes como este; que não sendo genial, é altamente recomendável. Porque há palavras e relatos que devemos ouvir sempre, porque há tantas histórias e acontecimentos marcantes que nos passam ao lado, tanta violência* que passa despercebida e que faz com que a nossa vida pareça tão insignificante. E ao mesmo tempo, preciosa.
(*link para o site do IRCT - Conselho Internacional de Reabilitação das Vítimas de Tortura)
27/06/2006
Relativamentes
Confio na força interior, mas nunca me esqueço das fraquezas e dos limites.
Quando me lembro das perspectivas piores, tento afastá-las para muito longe, mas elas continuam lá, latentes; ameaçam, regressam quando não quero vê-las. Devagar, mando-as para longe.
[Estou a torcer por ti. Não que alguma vez vás ler isto - porque sei que não vais - mas não queria deixar de o dizer.]
Mais de 15 000 visitas depois...
26/06/2006
Das semanas que se prevêem atribuladas...
Boa semana para todos :)
23/06/2006
E por falar em S. João...

Ah pois é, a noite mais longa do ano portuense está aí! Munida de um galante, simpático, cheiroso e tradicional alho porro, irei tentar que ele trave um contacto próximo com todos os narizes e pescoços das redondezas izzoldinas :)
Animação de rua não falta, há inúmeros concertos e bailaricos e haja pernas, porque só se pára de manhã!
Ó meu rico S. João,
Vou andar, andar, andar!
Eu e o meu alho porro,
Só de manhã vamos parar!
[Cof!]
Bom S. João para quem o comemora! Aos restantes, bom fim-de-semana :)
BiZiBi :)
E a partir de hoje, algumas das peças estão na Feira de S. João, em Évora, juntamente com outros artigos (lindos!) do Spuff. É a primeira feira em que o BiZiBi participa, graças ao convite (e à simpatia, à amizade e tudo e tudo) da dona do Spuff!
Para verem algumas das criações, podem visitar o blog BiZiBi, que já contém algumas amostras do trabalho e que irá ser actualizado em breve com várias fotografias das peças à venda na feira :)
Espero que gostem!
22/06/2006
Mãos para que vos quero
O meu problema com os trabalhos manuais é sempre o mesmo: um misto de preguiça com falta de paciência. É terrível, e é um hábito que estou sempre a tentar corrigir ou contrariar. Bem, pior que não acabar, é nem sequer chegar a começar. E eu comecei, por arrasto de uma artista a sério e de um artista por natureza; eles têm jeito, eu tenho boa vontade! Assim começou um projecto de projecto, ainda muito pequeno, mas com algumas mãos a tentar que ele, devagarinho, tenha pernas para andar.
21/06/2006
Verão!

Sim, é a minha estação preferida :)
Um bom Verão para todos!
E para comemorar, uma sugestão doce aqui no Comida Saudável.
Dos relatos

20/06/2006
Hipocondria fictícia
Isto passa, isto passa...mas se alguém conhecer um antídoto de acção rápida, muito agradecida! :)
19/06/2006
Canções para dias cinzentos
Sing when you think i'm near
Can't be a song without you
Harmonise, sing your memory here
Ou para tentar esquecer o trânsito e as buzinas que se ouvem lá fora. Um bocadinho mais difícil de adivinhar que a anterior. Algum palpite?
Boa semana, que se avizinha cada vez menos cinzenta :)
Mamã, eu quero...

...paçoquinha! Ou de como uma visita a um supermercado com produtos brasileiros nos pode permitir descobrir um snack agradável. Embora seriamente viciante. E algo calórico. A consumir, mas com moderação. Ou nem por isso, se nos der na veneta.
Para quem nunca provou, uma receita aqui.
16/06/2006
Liberta o pá que há em ti, pá!

Bolas, pá! Já não se pode estar descansado no trabalho, pá. Está uma pessoa, pá, a tentar passar, pá, a sexta-feira sem grandes sobressaltos, pá...é que podia receber trabalhos grandes, pá, mas não, pá, são muitos e muito pequenos, pá, e só a trabalheira que dá, pá, descompactar, fazer o trabalho, comunicar erros e problemas, pá, voltar a compactar, pá, que grande e descomunal seca...pá! Já não bastava, pá, ser uma das únicas 27,8 pessoas que têm de trabalhar hoje, pá. Não há direito, pá!
Não sou de dizer muitos pás, pá, mas como estou com aquela disposição que é um misto, pá, daquele aborrecimento miudinho com a sensação tirem-me já daqui ó-fá-xavôri, pá, que é sexta-feira, pá, decidi tentar afogar a minha ira, pá, dizendo muitos pás. Pá. Descobri, pá, que isto não adianta grande coisa, pá. Mas pá, assim, pá, já sei qual é a sensação, pá.
Por isso, pá, um grande fim-de-semana para todos, pá, aproveitem pá e que o joguinho, pá, nos corra bem, pá. Tenho dito, pá.
PS, pá - Sim, é ainda mais irritante ler muitos pás do que ter de os ouvir! Pá :)
14/06/2006
You make it easy...

...to watch the world with love
Ou de como há canções que se podem ouvir vezes sem conta. Como esta.
Alguém a reconhece? ;)
Bom feriado!
13/06/2006
Das pessoas genuínas
Com grande pena minha, não mantivemos nenhum contacto durante anos.
Hoje durante o pequeno-almoço no actual sítio do costume, ela encontrou-me. Com a mesma alegria contagiante. Com o mesmo sorriso de sempre. E foi como se nunca a tivesse perdido de vista.
12/06/2006
09/06/2006
Querido Joshua,

espero que não me leves a mal estar a escrever-te assim sem te conhecer de lado nenhum. Eu sei que estás sempre muito ocupado a gerir pessoalmente a tua grande cadeia de restaurantes - tão representativa da gastronomia do teu país - e a fabricar incansavelmente litradas e litradas do teu famoso e poderoso molho de alho; sei que o teu molho é uma receita de família antiquíssima, que só leva ingredientes naturais e nem sequer tem corantes nem conservantes. Cof.
Mas em nome de todos os fãs do dito molho...não seria possível acrescentar-lhe um poderoso aniquilador do mau hálito gerado? É que não se aguenta, Joshua, não se aguenta. O efeito dura, e dura, e perdura, e mesmo quando pensamos que está a passar, chega alguém passados 2 dias e meio e comenta com um ar horrorizado "Mas que intenso cheiro a alho! E é de ti!". Prédios inteiros evacuados, relações destruídas ou seriamente afectadas, desmaios e convulsões...o drama vivido pelos fãs do molho é real. Pelo menos, podias diminuir a intensidade do hálito gerado, de forma a que quem não consegue resistir a chafurdar as batatas no molho pudesse andar na rua sem afugentar as pessoas e os animais. E sem que fosse necessário gastar 23 tubos de pasta dentífrica e 8,7 litros de elixir bucal.
Muito agradecida,
Izzoldinha
Prémio!
1) Amizade eterna e inabalável;
2) Viagem ao Brasil e várias outras viagens a combinar;
3) Número infinito de jantares, sessões de cinema e programas de lazer em geral;
4) Post no Errortográfico, o primeiro post de um convidado especialíssimo [opcional ;)]
E como sou uma mãos largas...decidi atribur todos os prémios!
E o vencedor é...
...uma vencedora!
Por pura coincidência, telepatia ou simplesmente sorte, a vencedora é nada mais, nada menos que a minha amiga-do-coração Nocas, ali do PorquinhoAzul! Com a hipótese MIGUEL. Sim, este é o nome do misterioso senhor do café, agora um rosto com nome.
Aos restantes participantes, o Errortográfico agradece, encarecido :)
08/06/2006
1.º Concurso do Errortográfico

A propósito do costume que já não é costume e daquele que tem sido um dos meus objectivos da ida diária ao café: se bem se lembram, queria descobrir o nome do senhor simpático e bonacheirão que me atende todos os dias. Podia ter perguntado, claro, mas decidi usar os ouvidos e as antenas izzoldianas para descobrir o nome da maneira mais difícil. Com paciência, consegui. Portanto, declaro aberto o concurso que me foi sugerido na altura! Ou pensavam que me ia esquecer?
Quem adivinha o 1º nome do dito senhor?
:)
Novos inquilinos ;)

07/06/2006
Liberta o romeiro estoura-vergas que há em ti!

O nível de loucura colectiva pode ser espelhado de forma quase perfeita através do fogo de bonecos. Para quem não conhece, o fogo de bonecos é uma tradição que consiste em colocar bonecos feitos em madeira, metal e papel no cimo de estacas de madeira. Geralmente, os bonecos representam personagens-tipo, profissões ou actividades: noivas e noivos, peixeiros, talhantes, polícias e ladrões, etc. Os bonecos estão equipados com vários efeitos pirotécnicos que, quando são activados, fazem com que os bonecos executem uma acção (por exemplo, os noivos dançam, o polícia bate no ladrão, etc.). Depois da tal acção, os bonecos podem a) rodar ou fazer algo vertiginosamente e a cabeça explodir no final ou b) não fazer mais nada, mas a cabeça explode na mesma no final. Um a um, os vários bonecos vão explodindo ruidosamente. Esta tradição ilustra bem o carácter do romeiro estoura-vergas, que explode nas romarias. Ser um romeiro insuportável e estoura-vergas implica:
1. Cheirar tremendamente a sovaco e/ou álcool e/ou fritos e/ou mau perfume e/ou mofo;
2. Comer como se não houvesse amanhã e desafiando todos os valores ideais para as análises sanguíneas e outras que tais; acompanhar toda e qualquer coisa comestível com bebidas alcoólicas, se possível vinhaça de qualidade duvidosa;
3. Andar pela romaria ignorando deliberada e orgulhosamente todas as regras de convivência sadia (ex. distribuindo encontrões gratuitamente, roçando o algodão doce em todos os casacos ou espirrando por cima da travessa das farturas para esbranquiçar as fatiotas mais próximas, falando o mais alto possível, etc.);
4. Rir desalmadamente sempre que a cabeça dos bonecos explode, no caso do fogo de bonecos, e vibrar loucamente com o fogo de artifício; é a nossa costela pirómana no seu melhor!
5. Assistir a todos os espectáculos musicais, entoando energicamente todas as letras e rodopiando sem prestar atenção a transeuntes inocentes e/ou a outros espectadores;
6. Comprar pelo menos um manjerico gigante, uma pistola barulhenta/telemóvel falso para cada elemento da prole e levar 25 farturas para comer mais tarde;
06/06/2006
Indesculpável
Desculpando ou não, tenho a característica de não esquecer. Por mais que até possa querer ou tentar fazê-lo. Não sei se é porque costumo aprender com os erros, não sei se é simplesmente defeito, ou feitio. É que não esquecendo, lembro-me desses acontecimentos/palavras/acções mesmo quando toda a gente - convenientemente ou por acaso - já se tinha esquecido deles.
Bem, tudo isto porque não gosto mesmo nada de esquecimentos. E não me impeço de os relembrar quando isso é necessário. E se isso faz de mim má pessoa, então acho que sou mesmo uma má pessoa com relativa boa memória.
Posto isto, boa semana ;)
02/06/2006
Tcharã!

E eis que já há lá em casa...uma Bimby! Para quem não conhece, a Bimby é um robô multiusos que faz quase tudo na cozinha; para além de combinar as funções de 10 electrodomésticos, ainda cozinha mesmo. Portanto, ou muito me engano, ou eu e a Bimby vamos ser grandes, grandes amigas.
Mundo culinário, se eu já era uma chef magnífica (cof), tornar-me-ei imparável com a Bimby! Ó ié!
01/06/2006
Verdades inegáveis do meu armário de sapatos
Ao analisar cuidadosamente o meu espólio sapatal, constatei que os meus sapatos duram muito. Mas mesmo muito. Não porque tenha especial cuidado para não os estragar, mas sim porque...bem, acho que por natureza, não estrago muita coisa. Raramente parto coisas, raramente provoco danos irreparáveis e raramente estrago sapatos ou roupa, com tudo o que de bom e mau esta característica de poupança involuntária tem.
Bem, o resultado da arrumação foi maravilhoso e útil: sapatos divididos por estações e estilos, chinelas com recanto exclusivo, aspecto visual do armário optimizado e organizadíssimo. Pena que só dure até uma daquelas fúrias onde-é-que-estão-aqueles-sapatos-assim-e-assado que me dão frequentemente. Até lá, vou dedicar grande parte do meu tempo livre a observar o armário assim, arrumadinho! São momentos raros que há que aproveitar, aqueles em que estamos orgulhosos de uma arrumação que sabemos que vai ser muuuito passageira :)
31/05/2006
Ler é poder.
Excerto de # 18: Um relógio a tiquetaquear, um conto de que gostei particularmente e que me diz muito, retirado descaradamente daqui do blog de Paulo Kellerman, vencedor do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2005.
Um autor a descobrir através do livro de contos “Gastar Palavras”, a minha aquisição mais recente na Feira do Livro do Porto e que espero poder conhecer pessoalmente na Sexta-feira, aqui no Porto. Pelo que li até agora, recomendo!
30/05/2006
Dos elogios

Todos gostamos de ser elogiados, seja pelo que for e por mais que não o admitamos. Nada melhor que um elogio – sincero, não gratuito! – para nos alimentar o ego e a auto-estima, os níveis de confiança ou simplesmente para nos ficarmos a sentir (ainda que ligeiramente) melhor connosco próprios e com os nossos actos.
No entanto, verificam-se as reacções mais díspares nas pessoas que ouvem elogios: algumas negam educadamente que o elogio seja merecido, outras ficam envergonhadas e cor de tomate e sem palavras; algumas sentem-se lisonjeadas e agradecem, outras aceitam com relutância e agradecem na mesma. Algumas pessoas recusam veementemente os elogios e até os refutam; pessoas há que parecem ficar ofendidas com os elogios, como se eles fossem um atentado ao real valor de alguém. Outras, pelo contrário, ficam excessivamente confiantes e interpretam os elogios como uma subida a um pedestal do qual parecem pensar que nunca vão descer. Sim, é incrível como a forma como as pessoas ouvem e aceitam (ou não) os elogios diz muito do seu carácter!
Os elogios podem ser perigosos se a pessoa visada os tomar como garantidos. E também não devemos trabalhar ou agir para ouvir elogios; para nós, deve ser suficiente cumprirmos os nossos deveres ou fazermos as coisas tal como achamos que devem ser feitas em consciência.
Não defendo que façamos todos elogios a torto e a direito. Mas acho que um elogio merecido nunca deve ser calado (acho que já deixei de dizer alguns e depois fico sempre a achar que os devia ter dito). Nem recusado assim sem mais nem menos. Portanto, elogiem e deixem-se elogiar na conta certa :)
29/05/2006
Dias de calor: este e o outro
Mas neste escritório, tenho a minha própria ventoinha vintage: uma Shern Fehng Super Deluxe com duas velocidades, linda e charmosa como só uma ventoinha vintage pode ser!
Ou seja, no outro escritório estava mais fresco, mas eu nunca pareceria a Grace Kelly*, de melena esplendorosa a esvoaçar ao vento refrescante, espalhando o meu charme e carisma intrínsecos pela área envolvente. Só me falta mesmo uma écharpe esvoaçante! ;)
**Não liguem, isto já passa. O calor tem destas coisas. Boa semana!
*E a Grace Kelly foi seguramente a minha primeira - e talvez única - ídola actriz de criança, até hoje. Mas isso já são pormenores.
** Imagem daqui.
26/05/2006
Ai, o calor, o calor...
E hoje é um daqueles dias em que o tempo dificulta arranjar outros temas que não...ele próprio.
Ou seja, temos um típico caso daquele inútil post sobre o tempo que serve também para vos desejar um óptimo fim-de-semana :)
25/05/2006
Liberta o betucho irritante que há em ti!*
3. Fala
24/05/2006
Do ensino

23/05/2006
Fengshuização
22/05/2006
Pensar em números ou o mistério do livro desaparecido
Quando andava na escola primária, tinha um livro de exercícios de matemática para fazer em casa - arranjado pela minha mãe e não pela professora - que odiava, porque o achava demasiado difícil. Um belo dia, tive uma ideia brilhante, luminosa e genial: esconder esse livro algures no meio dos brinquedos; tão bem escondido, mas tão bem encafuado que nunca mais eu nem ninguém o encontrou...claro que foi prontamente substituído por outro livro de exercícios, de que eu já gostava mais.
Vem isto a propósito de que sempre desisti facilmente dos números, quando era mais pequena. Irritavam-me, fugiam-me e eu fugia-lhes por tabela. Agora tenho mesmo de os enfrentar, quando é preciso. Não tenho tanto receio deles...mas continuo a preferir as palavras.
Boa semana :)
19/05/2006
Do trabalho
18/05/2006
Das músicas e das memórias

Ah, vem depressa
Chorinho querido, vem
Mostrar a graça
Que o choro sentido tem
Quanto tempo passou
Quanta coisa mudou
Casa de uma das minhas avós, ao colo da minha tia-avó. Quando começava a telenovela, parava tudo. Obrigava avó e tia a cantarem a música comigo, alto e a bom som. A música era esta, de Nara Leão.
Sempre associei e ainda associo muito as músicas a momentos, estados de alma, pessoas. Esta é uma das músicas da minha infância, de que ainda hoje gosto muito. Daquelas músicas que lavam a alma. E agora posso ouvi-la sempre que quiser :)
Imaginarius!

Que é apenas um dos maiores festivais de teatro de rua nacionais.
A não perder, de hoje até Sábado em Santa Maria da Feira. Mais informações aqui.
17/05/2006
O costume que já não é costume
E já vos tinha contado que não desgosto da preguiça que o "costume" permite.
Ora este senhor já sabe o que eu costumo tomar de manhã. Podia perguntar simplesmente se era o costume. Mas não. A expressão varia entre o mesmo, o habitual, o de sempre, o de todos os dias, entre outras variações que ele parece ir arranjando com a maior das facilidades, todos os dias. E realmente, porquê utilizar sempre as mesmas palavras quando temos tantas à disposição...
Vem isto a propósito de que ultimamente, ando a dedicar-me a tentar descobrir o nome do senhor sem lho perguntar directamente. Mas está difícil! Alguém conhece um senhor parecido e/ou tem sugestões? :)
16/05/2006
E mesmo quando...
Inspira, Izzoldinha, inspira que bem precisas de ar.
Não estou nada chateada, não. Claro que não. Esta foi só uma daquelas coisinhas insignificantes que estragam um dia inteiro. Agora se me dão licença, vou ler e corrigir milhares e milhares de palavras - outra vez - e depois vou só ali desancar um boneco vudu com um possante bastão desportivo. Acho que isso deve chegar. Isto já passa, isto já passa.
15/05/2006
Post decente temporariamente indisponível
Boa semana!
12/05/2006
Ufa...
Bom fim-de-semana!
11/05/2006
Até a música acabaaaar...
10/05/2006
Das formalidades
Algumas formalidades são aceitáveis, implícitas e necessárias, porque indicam cortesia e boas maneiras; podem até ser consideradas hábitos de boa educação e não formalidades propriamente ditas.
09/05/2006
Das saudades

Do que tenho mais saudades hoje em dia é do tempo que tantas vezes parecia nunca mais acabar. Hoje em dia, tenho muito menos vezes essa sensação; claro que quando a tenho, valorizo-a e procuro que perdure, ao contrário do que geralmente acontecia na altura. Também tenho saudades da atitude de despreocupação genuína (não confundir com desleixo), que procuro manter, mas que é sempre tão pressionada e restringida pelos prazos, pelas obrigações, pelo que implicam os incumprimentos destes e o modo como todas estas questões de atitude influenciam a forma como somos vistos pelos outros, algo que no mundo laboral tem relativa importância. Há que ter mais atenção ao equilíbrio das coisas.
Não sei bem qual a conclusão a tirar disto tudo. As saudades são mesmo assim, algo inexplicáveis. Isto já me passa.
Nota: Este é o post número 401! Não que isso queira dizer alguma coisa em especial, mas calhou reparar :)
08/05/2006
Quem conta um conto...
05/05/2006
1ª Feira de Artesanato Urbano de Massarelos

Recebido por e-mail da Marlene.
E quer-me parecer que é uma óptima sugestão para este fim-de-semana :)
04/05/2006
Grrrr!
03/05/2006
Cambada de preguiçosos, pá!
02/05/2006
Cansaços bons
Nota particular: só faltas tu ;) Pormenores a combinar em breve!
28/04/2006
A vida num elevador I
Hoje, irei tentar efectuar uma análise olfactiva dos vários utilizadores de elevadores.
Olfactivamente falando, entre as várias categorias de pessoas que utilizam o elevador, distinguem-se:
A. Os extremamente perfumados: normalmente, executivos ou profissionais no topo da carreira com péssimo gosto para perfumes, tias muitíssimo bem vestidas que não saem de casa sem litradas e litradas da sua fragrância de eleição ou da moda, pessoas normais cujo olfacto já teve melhores dias, pessoas sem tempo para tomar banho que julgaram inocentemente que se se perfumassem, iriam passar totalmente despercebidas, e ainda pessoas cujo odor natural é intrinsecamente mau e que tentam descaradamente mascarar um mau cheiro com um poderosíssimo perfume. Caso existisse uma escala de crimes cometidos contra o olfacto público, esta categoria posicionar-se-ia no nível superior, podendo nalguns casos atingir o nível tentativa (in)voluntária de golpe de estado perfumado.
B. Os moderados: categoria mais comum na fauna elevatória; acreditam que o perfume é um complemento essencial, mas não tentam provocar o homicídio por via olfactiva dos restantes companheiros de elevador. Mesmo que o resultado odorífico final não seja perfeito, também não incomoda.
C. Os inodoros: pessoas sem cheiro rigorosamente nenhum. Não incomodam, porque não existem olfactivamente para os restantes viajantes. Excelentes companheiros de viagem.
D. Os mal-cheirosos: sem dó nem piedade, os mal-cheirosos voluntários ou involuntários podem arruinar por completo uma viagem. Sovaco, mofo, mau hálito crónico, naftalina, lixívia, peixe, chulé, fritos, álcool, tabaco ou um cocktail mortífero de todos estes ou outros componentes em doses perigosamente letais são alguns dos odores verificados. Na escala de crimes olfactivos, também se posicionam no nível superior, tal como os extremamente perfumados.
27/04/2006
Porquê, oh porquê

Já não bastavam os diversos documentos relativamente obrigatórios, ainda temos de andar com o cartão da parafarmácia, o cartão do cinema, o cartão jovem da cidade, os cartões dos bares e cafés, os inúmeros cartões de restaurantes, os cartões de fidelidade das lojas, o cartão do supermercado ou dos vários supermercados, o cartão do clube de vídeo, o cartão da piscina, os cartões de débito e crédito e bancários em geral, os vários cartões que servem de bilhete de transporte, os dos clubes de tudo e mais alguma coisa, cartões, cartões e mais cartões. E mesmo quando pensamos que não pode haver mais cartões, impingem-nos mais um ou dois, vai levar este cartãozinho de fidelidade que dá descontos e pontos e quando atingir 501 milhões de pontos ganha um magnífico espelho de bolso.
Quando era pequena, lembro-me de procurar coisas para guardar na carteira de documentos porque ela tinha tudo menos documentos; então, juntava recortes, fotografias, etiquetas de roupa, interessantes talões que me viessem parar à mão. Agora, estou sempre à procura de coisas que possa filtrar e eliminar e mesmo assim, a minha carteira de documentos parece sempre uma lixeira, concorrendo directamente com o papelão mais disputado da cidade e batendo-o...aos pontos.
Mas porque é que depois acontece sempre precisar tanto daquele cartão ou daquele papel e não o tenho comigo? O papel é maquiavélico e faz-se precisar nas piores alturas. Grunf.
Dos cinzentos
26/04/2006
"Soube pelo teu blog..."
Ora obviamente, eu não me importo que as pessoas saibam as coisas pelo meu blog; caso contrário - extra, extra, revelação das revelações! - não as diria. Mas daí a que as pessoas *só* vão sabendo das coisas pelo meu blog, vai uma grande distância. Isto é algo que se torna particularmente desconcertante se eu não posso fazer o mesmo pelos blogs delas (porque não têm, pois) e fico tempos infinitos sem novidades, sem um olázinho, sem o que quer que seja de mais personalizado que envolva comida, cafés ou encontros-sem-motivo-nenhum-igualmente-bons-ou-melhores em geral. Reciprocidade, em suma.
Pronto, hoje apeteceu-me dizer isto, por nenhum motivo em especial e todos em particular.
A escrita não é tudo. Ainda há palavras faladas insubstituíveis, e ainda bem.
21/04/2006
Chuva, chuva, chuva...

...a anunciar um fim-de-semana prolongado de descanso, livros e muito, muito passeio algures nas ruas desta fotografia (daqui), e que culmina nas comemorações da liberdade.
Ou de como depois das mudanças, vem a bonança.
Bom fim-de-semana para todos! O Errortográfico volta em breve :)
20/04/2006
Dos sorrisos
Vem isto a propósito do sorriso, e de como pode fazer tanta diferença. A diferença de fazer sorrir os outros, por exemplo; e tantas, tantas vezes, isso é mais do que suficiente para estarmos bem connosco próprios.
19/04/2006
Primeiras impressões
No meu caso, e com a esmagadora maioria das pessoas que conheço, a primeira impressão adequou-se muito bem ao conhecimento posterior. Há empatias que se vincaram ainda mais, simpatias inexplicáveis que deram em grandes amizades, relações que nunca chegaram a ter importância nenhuma por meros acasos, mas que são de afinidade, e por aí adiante com primeiras impressões positivas. No reverso da medalha, antipatias que se acentuaram ou incompatibilidades que se revelaram intransponíveis; desconfianças ou faltas de afinidade que se confirmaram totalmente, mesmo quando no início pareciam algo infundadas.
Destas primeiras impressões negativas, não gosto. Muito porque geralmente, tenho tendência para acertar. Não gosto e procuro sempre não condicionar os relacionamentos com base nestas primeiras impressões; mas isso torna-se mais difícil quando mais uma, que começou por nada, se confirma e volta a confirmar sem que eu sequer interfira. O tempo encarrega-se de nos mostrar que estamos certos ou errados. E às vezes, gostava de não acertar; principalmente quando acertar implica assistir à tristeza de terceiros.
18/04/2006
Novas paragens, novos hábitos

Pouco a pouco, as mudanças começam a acabar. Há que escolher novos sítios para as coisas, reordenar novamente a papelada. Ganhar novos hábitos, horários e ritmos totalmente novos: viagens a pé, sem rádio e sem trânsito, longas e silenciosas viagens de elevador (felizmente não tenho medo), vistas muito diferentes olhadas de muito mais alto - metade céu, metade paisagem urbana. Está quase, quase a ser mesmo o meu novo local de trabalho. Por enquanto, estou algures num lugar intermédio, a tentar a adaptação. Não vai ser difícil, porque estou a gostar :) A vida normal segue dentro de momentos!
17/04/2006
Itinerários
*...tangos de Walter Hidalgo e companhia, para aquecer a alma...
*...em mesas e cadeiras vividas que agora estão aqui.
*Filmes.

Ou matéria-prima do meu fim-de-semana prolongado.
Boa semana :)
*Fotos minhas.

