03/11/2006
A hora do guarda-vestidos
02/11/2006
Confirma-se II
31/10/2006
Todos falamos chinês III
"EMENTA
(...)
PRATOS VEGETARIANOS
Beringela recheada com não sei quê
Risotto de funghi porcini"
Eu - Queria a beringela.
Empregado - OK.
[Passa-se algum tempo]
Empregado - Peço desculpa, mas não temos beringela!
Eu - Pois, mas eu não gosto desses cogumelos...
Empregado [ar escandalizado] - Cogumelos?! Quais cogumelos?!!
Eu - Esse tipo de cogumelos, os porcini!
Empregado [ar de quem aprendeu isso agora] - Ah...então deixe cá ver. Temos o salmão com não sei quê!
Eu - Pois, mas eu queria um prato vegetariano.
Empregado - Ah! Então já sei, a pasta nera com SALMÃO! [Ar glorioso!]
Eu - Bem, eu vou-lhe explicar. Vegetariano não come carne nem peixe!
Empregado - Ah...
Eu - Pronto, eu como o arroz...mas não devo gostar.
Empregado [ar escandalizado] - Arroz?! O arroz de pato?! [sim, constava do menu]
Eu - Não, o risotto de cogumelos!!
Empregado - Ah...OK.
Parecia uma conversa de maluquinhos, garanto. E pior que não saber determinadas coisas gastronómicas que nem todos temos de saber, é trabalhar num restaurante e mesmo assim não saber determinadas coisas gastronómicas que um colaborador devia obrigatoriamente saber (ainda por cima, a ementa tinha uns 6 pratos). Para piorar as coisas, confirmei que realmente não sou fã de funghi porcini; e o arroz estava verdadeiramente intragável. Para piorar ainda mais as coisas, a brincadeira não saiu propriamente barata. Enfim. Resta-me o consolo de nunca mais pôr lá os meus delicados pezinhos!
30/10/2006
Perspectivas dum fim-de-semana
É muito mais confortável pensar que não gostaria de algumas mudanças; pensar que prefiro não escolher algumas opções só por ser muito mais fácil nem as considerar sequer. E é reconfortante descobrir que afinal, não tenho assim tanto medo de mim própria, das minhas escolhas e das mudanças que elas representam.
Marie Antoinette

27/10/2006
Crónicas inúteis: das idas a eventos da moda
O público típico de eventos da moda é assim mesmo: vai lá para ver e/ou ser visto. Quem não vai lá para ser visto, tem de aproveitar a outra parte: ver. Nitidamente, o meu caso pessoal. E como já diz a minha avó, os olhinhos não são para comer sopas, portanto uma pessoa vai a eventos da moda e toca de estar com mil olhos a observar tudo. E é que há mesmo de tudo: VIPs que vão porque sim, tiaças vipíssimas excessivamente perfumadas que vão porque basicamente vão a tudo, gente da indústria que não tem outro remédio senão ir (quanto mais não seja, para falar mal e porcamente de tudo em geral), fotógrafos e repórteres que vão porque estão a trabalhar, pessoal com a mania que é fashion, curiosos e interessados.
2. Vestidos para matar?
No que toca aos trapinhos do pessoal, vê-se de tudo. Aqueles que vão vestidos para matar porque maravilham os restantes, e aqueles que vão vestidos para matar os restantes...provocando-lhes um ataque cardíaco. Há muita gente que ainda não percebeu que o que está na moda não fica necessariamente bem a todos.
3. Corta, tesourinha, corta, corta, corta...
O saldo da ida ao evento é positivo: os olhinhos arregalam-se com os paninhos (ou com a ausência deles, como fazia questão de evidenciar um senhor que só tirava fotografias às modelos que envergavam roupas extremamente transparentes) - e das duas, uma, ou é porque os paninhos valem a pena, ou porque reflectem um momento de insanidade do criador. A moda tem destas coisas: é o que vemos nela que conta ;)
26/10/2006
Mofo ou bafio, eis a questão
25/10/2006
E ainda dizem...
Não é que tenha sido um piropo muito original, mas até foi dos melhores que ouvi nos últimos tempos. Dito à chuva, no meio da rua, de manhã cedo e em altos berros, até que nem soou mal. A chuva não consegue pôr toda a gente mal-disposta :)
24/10/2006
Ai queria qualquer coisinha, era?
- Ah, nem pense nisso, não pode ser! Estamos sem sistema informático. Vá dar uma voltinha por aí, vá até ao café e volte mais tarde!
[Ouve-se aguaceiro torrencial lá fora.]- Mas…
- Ó menina, sem sistema informático não posso fazer nada! Vai ter de voltar depois!
23/10/2006
Sim, é possível I
Alguém tem de descobrir estas coisas, não é? Boa semana :)
20/10/2006
Todos falamos chinês II
Por outro lado, há pessoas que nos conseguem traduzir sempre :)
Todos falamos chinês I
[Passam-se dois dias]
A - Reenvio o pedido anterior, pois não tive resposta, queria reservar X, Y e Z.
[Passa-se mais um dia]
B - Pedimos desculpa pela demora. Informamo-la de que já dispomos de J.
A - ??!
19/10/2006
Efeito borboleta*
18/10/2006
A chuva em três actos e epílogo
Acto segundo. Guarda-chuva semi-esfrangalhado ganha vida própria quando decido fechá-lo e desfere um brutal golpe contra o meu dedo mindinho. Dedo mindinho incha e eu só não uivo de dor a meio da rua por ser ridículo deixar-me afectar por algo tão insignificante como um dedo mindinho.
Acto terceiro. Decido abrigar-me o mais possível durante o percurso até casa para evitar que a molha certa seja o descalabro total. Tarefa revela-se possível, mas inglória; ou seja, a molha é certa, sim, mas o descalabro é total na mesma apesar dos meus esforços para me abrigar.
Epílogo. Passarei a tarde a lamentar o sofrimento atroz do meu dedo mindinho e a repetir para mim mesma andar a pé é saudável e ecológico, andar a pé faz bem. Bolas, pá, não há mesmo verdades universais e vamos sempre descobri-lo da pior forma.
17/10/2006
Primeiro estranha-se, depois…
E vocês, lembram-se de algum produto de que até tinham/têm uma certa pena de não gostar?





