20/07/2008

O nosso umbigo

Pior, muito pior do que dizermos que não gostamos disto e daquilo, é conseguirmos ser capazes de fazer...ainda pior do que dizemos que não gostamos que nos façam. Ele há ironias giras :)

Boa semana!

17/07/2008

Agora sim, vejo a vida muito mais cor-de-rosa! Há prendas assim, que parecem feitas de encomenda. Obrigada :)

06/06/2008

02/06/2008

Outro futuro*

Mudança, mudança, mudança. Já mudei inúmeras vezes, mas nunca tanto em tão pouco tempo. E de cada vez que mudo, chego à mesma conclusão: gosto tanto destas mudanças para melhor. Animam a alma. E aqui a alma estava a precisar disso :)

*Balla

05/05/2008

Take this sinking boat and point it home...

Que grande, grande filme. De uma simplicidade arrebatadora. Não se vêem muitos filmes assim. Mas é tão bom quando os encontramos, sem querer.

03/03/2008

III

O blog a fazer anos, três anos, e eu sem nada de jeito para dizer. Sou coerente, portanto. Só não podia não dizer nada de nada. Parabéns, erro. Boa companhia, apesar de tudo!

25/01/2008

Drama II, automobilizado

Vai uma pessoa descansada para o bólide de manhã, olhos ainda a recuperar do choque luminoso matinal, e encontra o pobrezito com o vidro ligeiramente aberto, mas as portas fechadas; vai daí, repara que as coisas lá dentro parecem estar fora do sítio. E não é que estão mesmo? Pois. Alguém andou no meu carro, constato. Não encontrou nada para levar, porque não havia, por isso saiu como entrou e ainda deixou as portas fechadas. Como é a segunda vez que acontece em relativamente pouco tempo, começo a pensar, e como alguém já me sugeriu, que devia deixar lá una aperitivozinhos e uma colazita. Estes meliantes têm sido simpáticos. Obrigadinha, meliantes ali da zona. Da próxima, agradeço só que tentem deixar as coisas mais arrumadinhas, sim? Assim quase nem notava que se tinham dado ao trabalho de me fazer uma visita.

Drama, panificado

Há mais de um ano que cá estou, sim, mais de um ano. Já conheci muito sitiozinho que por aí há e ainda me falta outro tanto a quintuplicar. Já descobri muita coisa boa. Mas o que me apoquenta, o que realmente não me deixa dormir à noite, aquilo que eu gostava tanto de compreender, é o porquê de na capital, não haver pão de jeito. O Norte tem a regueifa e a grandiosa broa d'Avintes; mais a Sul há o pão alentejano, o pão algarvio, tanta broa decente que por aí se faz por essa terra afora e na capital, nada. O deserto. Alguém me convence de que ainda vou conseguir encontrar pão de jeito nesta cidade?! Dão-se alvíssaras. Provem que estou errada, gentes locais com grandes conhecimentos panídeos. Digam-me onde há pão daquele de comer e chorar por mais. É que estou prestes a achar que não é possível.

Eu queria...


...e não é que fui?

09/01/2008

Das fadas

Decidida a tratar de todos os assuntos relacionados com a minha casa num só dia, marquei visitas de três técnicos diferentes para o mesmo intervalo horário de hoje à tarde. Várias horas, alguns esclarecimentos, alguma seca, inúmeros telefonemas, duas mini-mini-inundações e horas de limpeza depois, aqui estou. A conclusão? Ser fada do lar dá tão cabo das costas.

Caminhos para 2008



Pés num país que não o meu. Foi como entrei em 2008 :)

Bom ano!

26/12/2007

O declínio das meias

Nem um par de meias recebi este Natal. Nem um, unzinho!

Nem me parece Natal a sério, assim. Que se segue, hã? A extinção dos pijamas?!

Aqui o estaminé espera que o vosso Natal tenha sido bom :)

A revolta dos narizes?

A alguns dias do ano novo, altura em que entra em vigor a nova lei que proíbe fumar em praticamente todo o lado, leio um artigo desta revista (e que boa é!) que fala do cheiro que agora se faz sentir nas discotecas e bares lá da ilha, onde a mesma proibição vigora há já alguns meses. Como o cheiro do tabaco deixou de mascarar todos os outros cheiros que por lá andam, parece que a coisa se pode tornar bastante insuportável para os narizinhos sensíveis. Por isso, toca a tomar banho e a lembrar as vantagens de um desodorizantezinho, meus caros! Os narizes dos restantes agradecem :)

A vista da minha janela


Ou de como a minha túlipa é liiinda!

Tudo uma questão de perspectiva*

Perguntam-me muitas, tantas, inúmeras vezes se estou a gostar de estar em Lisboa. Sim, é sempre a minha resposta, sem quaisquer dúvidas; a minha capacidade para suportar uma mudança para uma cidade que não é a minha surpreendeu-me e surpreende-me, mas a cada dia que passa, sei que posso e acho que consigo estar bem em qualquer lugar, desde que esteja predisposta a isso. E isso mesmo dá-me uma serenidade imensa. Coisas de que gosto e coisas de que não gosto, há-as em todas as (poucas) cidades onde vivi; apego-me às coisas de que gosto e convivo com as outras o melhor possível. E na realidade, não conseguiria estar muito tempo num sítio de que não gostasse minimamente. Não conseguiria não ir embora se achasse que era isso que devia fazer.

Isto a propósito de pessoas que vivem numa cidade, mas que juram a pés juntos, todos os santos dias, que a detestam, abominam, que odeiam as pessoas que a habitam; quando elas próprias fazem parte dessa cidade, para o bem e para o mal. E não são as cidades feitas de pessoas?

A conclusão a tirar não é nenhuma em especial. Eu, quando estiver mal, mudo-me. Ou tento ficar bem de alguma forma. E este é provavelmente um dispositivo de segurança que mais gente se devia habituar a usar.

*A poucos dias de se completar um ano após a minha mudança para território mais a Sul.

01/12/2007

Eu estive lá*!




E não podia recomendar mais vivamente :)

*Cirque du Soleil

20/11/2007

Do que é necessário

Sempre que vou ao supermercado - algo que acontece muitas vezes devido à minha manifesta e assumida incapacidade (falta de vontade, também) de planear refeições com muita antecedência - tenho de me dedicar a pensar no que me falta em casa, porque se há coisa que odeio é precisar de alguma coisa e não a ter (sim, isto pode ser um grande defeito, a arte também está em contornar as faltas, bla bla blá, mas o que eu queria mesmo era ter aqui o que queria e ponto final, sou assim de quereres, embora depois de muito praguejar lá me dedique a ultrapassar a coisa o melhor possível).

Posto isto, há sempre qualquer coisa de que me estou constantemente a esquecer. E isto poderia fazer com que eu anotasse, sim, eu anotasse - que simples e prático! - o que me faz falta e isso seria remédio santo. Mas não. Eu insisto em ignorar as vantagens das listas.

Começo a pensar que as muitas palavras inúteis que escrevo me tornaram alérgica às palavras realmente úteis.

19/11/2007

Lições de Lisboa I - pé ante pé

Não tenho dados estatísticos que o comprovem nem grandes certezas científicas, mas Lisboa será seguramente uma das cidades portuguesas com mais calçada...portuguesa, claro está. E sim, é bonita, típica, dá um ar arrumadinho e tudo e tudo. Eu gosto muito de calçada portuguesa. Mas com chuva, senhores, com chuva, a calçada portuguesa nestas colinas à beira-rio plantadas é uma armadilha que espera cada passo, uma arma letal com silenciador que só espera um andar mais apressado, uma distracção, um sapatinho com a sola mais polida para nos fazer despenhar de queixo e só parar lá em baixo no sopé. Por isso hoje fui, com a calma possível debaixo de uma chuva bastante persistente, até lá abaixo. Isoldinha 1, calçada 0. Mas não estou certa de que vai ser sempre assim; ela lá continuará, desafiadora, a atrair a si os mais incautos. Aconselha-se prudência :) Boa semana!

12/11/2007

Não produtiva, eu?

Estou a tomar um medicamento para tosse de origem irritativa, não produtiva. Ora se o medicamento também curar a irritabilidade e a não produtividade para além da tosse, conheço algumas pessoas a quem o vou recomendar vivamente.

A solução para alguns dos males deste mundo afinal existe e está dentro de um frasco.

11/11/2007

Dilema horário

- A rádio acabou de dizer que eram 23 horas.
- O meu PC diz que são 23h04.
- O relógio aqui ao lado diz que são 23h02.
- Outro relógio aqui ao lado diz que são 23h03.

Todas estas discrepâncias levaram-me a ir procurar o relógio mais exacto do mundo. Encontrei esta interessante notícia, que fala do relógio mais preciso de todos os tempos. Depois de tantos dados, cheguei à conclusão de que não o quero. O tempo já é suficientemente - e maravilhosamente - assustador sem tanta precisão.

Boa semana! :)