Ouvir as vozes de quem gosto todos os dias, quase todos os dias ou mesmo quase nunca. Desde que sejam as vozes de quem gosto.
29/07/2008
24/07/2008
Era um sonho...
...conhecer um fã incondicional daqueles canais de TV de caça, pesca e vela. Só para saber que há alguém que realmente os vê!
Saudade II.
Perguntava-me ainda hoje por que motivo as visitas aqui ao estaminé não param, isto porque como é evidente, ele está um bocadito assim pró parado. Depois percebi tudo quando vi as estatísticas. É o arquivo que cá traz as pessoas. Devia passar a escrever mais coisas no passado, se calhar?
Saudade.
Uma palavra que nos é tão próxima, mas cujo significado compreendemos tão melhor quando estamos realmente, fisicamente longe. Tenho saudades tuas é só das melhores frases que se podem ouvir, e só alguém que está muito perto a pode dizer. E pô-la a significar alguma coisa.
20/07/2008
O nosso umbigo
Pior, muito pior do que dizermos que não gostamos disto e daquilo, é conseguirmos ser capazes de fazer...ainda pior do que dizemos que não gostamos que nos façam. Ele há ironias giras :)
Boa semana!
Boa semana!
17/07/2008
06/06/2008
02/06/2008
Outro futuro*
Mudança, mudança, mudança. Já mudei inúmeras vezes, mas nunca tanto em tão pouco tempo. E de cada vez que mudo, chego à mesma conclusão: gosto tanto destas mudanças para melhor. Animam a alma. E aqui a alma estava a precisar disso :)
*Balla
05/05/2008
Take this sinking boat and point it home...
Que grande, grande filme. De uma simplicidade arrebatadora. Não se vêem muitos filmes assim. Mas é tão bom quando os encontramos, sem querer.
03/03/2008
III
O blog a fazer anos, três anos, e eu sem nada de jeito para dizer. Sou coerente, portanto. Só não podia não dizer nada de nada. Parabéns, erro. Boa companhia, apesar de tudo!
25/01/2008
Drama II, automobilizado
Vai uma pessoa descansada para o bólide de manhã, olhos ainda a recuperar do choque luminoso matinal, e encontra o pobrezito com o vidro ligeiramente aberto, mas as portas fechadas; vai daí, repara que as coisas lá dentro parecem estar fora do sítio. E não é que estão mesmo? Pois. Alguém andou no meu carro, constato. Não encontrou nada para levar, porque não havia, por isso saiu como entrou e ainda deixou as portas fechadas. Como é a segunda vez que acontece em relativamente pouco tempo, começo a pensar, e como alguém já me sugeriu, que devia deixar lá una aperitivozinhos e uma colazita. Estes meliantes têm sido simpáticos. Obrigadinha, meliantes ali da zona. Da próxima, agradeço só que tentem deixar as coisas mais arrumadinhas, sim? Assim quase nem notava que se tinham dado ao trabalho de me fazer uma visita.
Drama, panificado
Há mais de um ano que cá estou, sim, mais de um ano. Já conheci muito sitiozinho que por aí há e ainda me falta outro tanto a quintuplicar. Já descobri muita coisa boa. Mas o que me apoquenta, o que realmente não me deixa dormir à noite, aquilo que eu gostava tanto de compreender, é o porquê de na capital, não haver pão de jeito. O Norte tem a regueifa e a grandiosa broa d'Avintes; mais a Sul há o pão alentejano, o pão algarvio, tanta broa decente que por aí se faz por essa terra afora e na capital, nada. O deserto. Alguém me convence de que ainda vou conseguir encontrar pão de jeito nesta cidade?! Dão-se alvíssaras. Provem que estou errada, gentes locais com grandes conhecimentos panídeos. Digam-me onde há pão daquele de comer e chorar por mais. É que estou prestes a achar que não é possível.
09/01/2008
Das fadas
Decidida a tratar de todos os assuntos relacionados com a minha casa num só dia, marquei visitas de três técnicos diferentes para o mesmo intervalo horário de hoje à tarde. Várias horas, alguns esclarecimentos, alguma seca, inúmeros telefonemas, duas mini-mini-inundações e horas de limpeza depois, aqui estou. A conclusão? Ser fada do lar dá tão cabo das costas.
26/12/2007
O declínio das meias
Nem um par de meias recebi este Natal. Nem um, unzinho!
Nem me parece Natal a sério, assim. Que se segue, hã? A extinção dos pijamas?!
Aqui o estaminé espera que o vosso Natal tenha sido bom :)
Nem me parece Natal a sério, assim. Que se segue, hã? A extinção dos pijamas?!
Aqui o estaminé espera que o vosso Natal tenha sido bom :)
A revolta dos narizes?
A alguns dias do ano novo, altura em que entra em vigor a nova lei que proíbe fumar em praticamente todo o lado, leio um artigo desta revista (e que boa é!) que fala do cheiro que agora se faz sentir nas discotecas e bares lá da ilha, onde a mesma proibição vigora há já alguns meses. Como o cheiro do tabaco deixou de mascarar todos os outros cheiros que por lá andam, parece que a coisa se pode tornar bastante insuportável para os narizinhos sensíveis. Por isso, toca a tomar banho e a lembrar as vantagens de um desodorizantezinho, meus caros! Os narizes dos restantes agradecem :)
Tudo uma questão de perspectiva*
Perguntam-me muitas, tantas, inúmeras vezes se estou a gostar de estar em Lisboa. Sim, é sempre a minha resposta, sem quaisquer dúvidas; a minha capacidade para suportar uma mudança para uma cidade que não é a minha surpreendeu-me e surpreende-me, mas a cada dia que passa, sei que posso e acho que consigo estar bem em qualquer lugar, desde que esteja predisposta a isso. E isso mesmo dá-me uma serenidade imensa. Coisas de que gosto e coisas de que não gosto, há-as em todas as (poucas) cidades onde vivi; apego-me às coisas de que gosto e convivo com as outras o melhor possível. E na realidade, não conseguiria estar muito tempo num sítio de que não gostasse minimamente. Não conseguiria não ir embora se achasse que era isso que devia fazer.
Isto a propósito de pessoas que vivem numa cidade, mas que juram a pés juntos, todos os santos dias, que a detestam, abominam, que odeiam as pessoas que a habitam; quando elas próprias fazem parte dessa cidade, para o bem e para o mal. E não são as cidades feitas de pessoas?
A conclusão a tirar não é nenhuma em especial. Eu, quando estiver mal, mudo-me. Ou tento ficar bem de alguma forma. E este é provavelmente um dispositivo de segurança que mais gente se devia habituar a usar.
*A poucos dias de se completar um ano após a minha mudança para território mais a Sul.
Isto a propósito de pessoas que vivem numa cidade, mas que juram a pés juntos, todos os santos dias, que a detestam, abominam, que odeiam as pessoas que a habitam; quando elas próprias fazem parte dessa cidade, para o bem e para o mal. E não são as cidades feitas de pessoas?
A conclusão a tirar não é nenhuma em especial. Eu, quando estiver mal, mudo-me. Ou tento ficar bem de alguma forma. E este é provavelmente um dispositivo de segurança que mais gente se devia habituar a usar.
*A poucos dias de se completar um ano após a minha mudança para território mais a Sul.
01/12/2007
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