28/08/2008

12 palavras de que gosto*

afinfar, giroflé, doze, barbárie, rir, mar, casa, hoje, fofo, tunflas, fanfarronice, espectacular.

*A propósito disto :) Tarde melhor que nunca. Dei por mim a lutar pelas 12 e depois dei por mim a excluir umas para pôr outras...curioso!

Vou...

...lá acima e já volto! :)

27/08/2008

Da recuperação e do quase desespero

A demorada recuperação de uma casa praticamente destruída. Lenta, cuidada, ao pormenor: cada milímetro da casa é tratado, pintado, reconstruído, renovado. Passo a passo, as coisas assumem a sua forma e tudo passa a estar como se quer, renovado e robusto. As ruínas dão lugar a um lugar habitável. O trabalho começa cedo, inclusive num dos dias do fim-de-semana, mas as coisas parecem avançar tão devagar, como se houvesse todo o tempo do mundo.

Sim, eu acho isto tudo muito bonito e imagino que devagar se vá ao longe também nas recuperações de casas, blá blá, blá. Mas viver (e trabalhar, também) ao lado de obras que parecem nunca mais ter fim é dose! Por isso, amáveis trabalhadores da construção civil que labutam aqui ao lado: está mas é a DESPACHAR, que há gente que quer ir para aí morar e eu quero o meu sossego de volta e depressinha, OK?!

20/08/2008

Tempos

Há pessoas para quem gostamos [e fazemos questão] de ter tempo. Outras que se calhar perdemos por não termos tempo para elas. Ando com os tempos algo baralhados e gostava de recuperar algumas pessoas para quem provavelmente não tive tempo noutras alturas. O pior é que nem sempre os tempos das pessoas se encaixam.

04/08/2008


É seguramente uma das maiores prendas que já tive, e uma das mais giras também.
Fôfinho até mais não, o meu spuff novo! :)

Nem tudo o que é de borla...

...vale realmente a pena. Ou melhor, até pode valer, se tivermos em conta que conseguimos rever alguns amigos que não vemos há uns tempos porque como é óbvio, se é de borla, toda a gente lá está, graças à nossa tugo-obsessão por borlas, brindes e tudo o que mexa - ou não mexa - e seja grátis. Pelo menos a conversa faz-nos esquecer a qualidade de som totalmente deplorável e o acto de enche-chouriço que está a ter lugar em palco. A vida segue mais a norte, durante alguns dias. Boa semana :)

30/07/2008

Dubidubidu

The way your smile just beams
The way you sing off key
The way you haunt my dreams
No, no they can't take that away from me.

Ver aqui.

29/07/2008

A melhor das prendas

Ouvir as vozes de quem gosto todos os dias, quase todos os dias ou mesmo quase nunca. Desde que sejam as vozes de quem gosto.

24/07/2008

Era um sonho...

...conhecer um fã incondicional daqueles canais de TV de caça, pesca e vela. Só para saber que há alguém que realmente os vê!

Saudade II.

Perguntava-me ainda hoje por que motivo as visitas aqui ao estaminé não param, isto porque como é evidente, ele está um bocadito assim pró parado. Depois percebi tudo quando vi as estatísticas. É o arquivo que cá traz as pessoas. Devia passar a escrever mais coisas no passado, se calhar?

Saudade.

Uma palavra que nos é tão próxima, mas cujo significado compreendemos tão melhor quando estamos realmente, fisicamente longe. Tenho saudades tuas é só das melhores frases que se podem ouvir, e só alguém que está muito perto a pode dizer. E pô-la a significar alguma coisa.

20/07/2008

O nosso umbigo

Pior, muito pior do que dizermos que não gostamos disto e daquilo, é conseguirmos ser capazes de fazer...ainda pior do que dizemos que não gostamos que nos façam. Ele há ironias giras :)

Boa semana!

17/07/2008

Agora sim, vejo a vida muito mais cor-de-rosa! Há prendas assim, que parecem feitas de encomenda. Obrigada :)

06/06/2008

02/06/2008

Outro futuro*

Mudança, mudança, mudança. Já mudei inúmeras vezes, mas nunca tanto em tão pouco tempo. E de cada vez que mudo, chego à mesma conclusão: gosto tanto destas mudanças para melhor. Animam a alma. E aqui a alma estava a precisar disso :)

*Balla

05/05/2008

Take this sinking boat and point it home...

Que grande, grande filme. De uma simplicidade arrebatadora. Não se vêem muitos filmes assim. Mas é tão bom quando os encontramos, sem querer.

03/03/2008

III

O blog a fazer anos, três anos, e eu sem nada de jeito para dizer. Sou coerente, portanto. Só não podia não dizer nada de nada. Parabéns, erro. Boa companhia, apesar de tudo!

25/01/2008

Drama II, automobilizado

Vai uma pessoa descansada para o bólide de manhã, olhos ainda a recuperar do choque luminoso matinal, e encontra o pobrezito com o vidro ligeiramente aberto, mas as portas fechadas; vai daí, repara que as coisas lá dentro parecem estar fora do sítio. E não é que estão mesmo? Pois. Alguém andou no meu carro, constato. Não encontrou nada para levar, porque não havia, por isso saiu como entrou e ainda deixou as portas fechadas. Como é a segunda vez que acontece em relativamente pouco tempo, começo a pensar, e como alguém já me sugeriu, que devia deixar lá una aperitivozinhos e uma colazita. Estes meliantes têm sido simpáticos. Obrigadinha, meliantes ali da zona. Da próxima, agradeço só que tentem deixar as coisas mais arrumadinhas, sim? Assim quase nem notava que se tinham dado ao trabalho de me fazer uma visita.

Drama, panificado

Há mais de um ano que cá estou, sim, mais de um ano. Já conheci muito sitiozinho que por aí há e ainda me falta outro tanto a quintuplicar. Já descobri muita coisa boa. Mas o que me apoquenta, o que realmente não me deixa dormir à noite, aquilo que eu gostava tanto de compreender, é o porquê de na capital, não haver pão de jeito. O Norte tem a regueifa e a grandiosa broa d'Avintes; mais a Sul há o pão alentejano, o pão algarvio, tanta broa decente que por aí se faz por essa terra afora e na capital, nada. O deserto. Alguém me convence de que ainda vou conseguir encontrar pão de jeito nesta cidade?! Dão-se alvíssaras. Provem que estou errada, gentes locais com grandes conhecimentos panídeos. Digam-me onde há pão daquele de comer e chorar por mais. É que estou prestes a achar que não é possível.

Eu queria...


...e não é que fui?