20/11/2008

Oh, Campos Elíseos...

O treino intensivo para o errortographique em solo francês* irá ter início em breve: eu, Izzoldinha, irei colocar baguetes debaixo do braço todos os dias, comer croissants dos folhados e eclaires, carregar insistentemente nos Rs em qualquer conversação. Pondero também comprar uma boina para dar realismo à coisa.

Sim, os estereótipos são giros, pelo menos quando não fazemos parte deles! Agradecem-se sugestões de visita na zona da capital lá para os lados do Sena :)

19/11/2008

Palavras que devíamos poder utilizar mais vezes II

Escorrichar! Uma palavra que me acompanha desde pequena e que ainda hoje provoca olhares de espanto e frases do género "isso existe?!" com ar horrorizado. Pois que existe :)

18/11/2008

Resolução antecipada

Com a novidade do digital, tirava tantas, se calhar demasiadas fotografias. É por isso que tenho imortalizados os momentos mais estranhos, mais inúteis e mais úteis; há eventos entre amigos dos quais só eu tenho fotografias. Tantos instantes de quem já ninguém se lembra muito bem guardados. Sei que as melhores fotografias é a memória que tira, mas sinto falta dos auxiliares. E perguntam vocês, e eu, o que se passou para eu passar a tirar muito menos fotografias? Não sei. Ou então, não se passou nada, e por isso é que não sei o que se passou. Só sei que agora há tantos e tantos momentos por registar em auxiliares cuja memória é infinitamente melhor do que a minha. Lamento as fotografias que não tirei, tenho pena das imagens que posso já ter perdido. Foi por isso que hoje decidi que tenho, decididamente, de tirar mais fotografias.

Para ti :)

Ver aqui.

Porque gosto de ti.

16/11/2008

Be careful what you wish for

Porque se queremos muito, muito comer castanhas, pode ser que de repente haja um magusto na nossa própria casa e não só há imensas castanhas, como toda a gente traz imensas castanhas e sobram imensas castanhas, assadas, cozidas e por cozinhar. E de repente, a gente do magusto vai-se e ficam quilos e quilos de castanhas por todo o lado, a lembrar que muitas, tantas vezes, o que desejamos torna-se tão, mas tão realidade. Portanto se conhecerem alguém que tenha receitas absolutamente imperdíveis que levem muita castanha, já sabem. Conheço alguém que precisa. Cof.

Palavras que devíamos poder utilizar mais vezes I

Turfa. E que desperdício tão grande que eu não possa usar esta palavra sempre que me apetece.

13/11/2008

Claro como água. Ou então nem por isso.

(...) As flores masculinas, sésseis, apresentam perigónio sepalóide constituído por dois verticilos de duas peças e quatro estames.(...)*

17 palavras, 17, e tantas delas a passar-me ao lado. Nesta vida, são muito mais as palavras que desconheço do que as que conheço. Mas quanto mais conheço a área da botânica, mais medo tenho dela.

*
buxo. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-11-13].
Disponível aqui.

12/11/2008

É o caos, senhores, é o caos!

Dezenas, dezenas de palavras novas na aula de hoje. E o grande problema das palavras em língua gestual é que...são assim um bocadinho difíceis de anotar. Eu bem que tento fazer uma lista:

tradutor - esticar palma da mão esquerda voltada para cima, bater com indicador e médio da mão direita uma vez, voltar dedos e voltar a bater na mão

E este é um gesto SIMPLES. Agora digam-me, como é que eu consigo acompanhar os gestos, reproduzi-los para os aprender, descrever rapidamente por escrito todo o processo em palavras e recomeçar tudo de novo com a palavra seguinte?! Pior, a pressa é tanta devido ao ritmo bastante acelerado da aula, que se torna bastante difícil compreender a minha própria caligrafia e as minhas abreviaturas algo caóticas. Para ajudar à festa, a minha memória sempre foi má. Portanto como se vê, sou a aluna perfeita.

Bem, caos à parte, uma das colegas de turma perguntou-me o que estudava. O que estudava! Muahahahaha! Depois de conseguir parar de rir, lá lhe expliquei que ainda a bolonhesa estava a ser congeminada, já andava eu por esse mundo das palavras afora. A rapariga pareceu-me genuinamente chocada, portanto decidi que (por enquanto), é a minha colega de turma favorita. Um anjo de moçoila, aquela!

11/11/2008

Ai que não caibo em mim

...de tanta emoção! Também há amola-tesouras e navalhas a passar aqui na rua! Bem que gostava de ter uma tesoura ou uma navalha para amolar só para poder ir a correr atrás dele e ouvir a música mais de perto. Aquele tom sinistro sempre me intrigou.

Dia de castanhas

Tenho saudades de não ter de me preocupar com nada (ou quase nada). É que dantes, as castanhas apareciam, algures no magusto da escola. Agora se as quiser, tenho de ir à procura delas, escolher a proveniência, ter em atenção o preço, golpeá-las e cozinhá-las eu (sim, também há a hipótese de me colar ao magusto público mais próximo). Ser crescido é, oficialmmente, uma seca. No dia de S. Martinho e em tantas outras ocasiões.

07/11/2008

Obras, obras e mais obras

Finalmente, está terminada a obra de que tanto me queixei aqui. Vitória, vitória! Na minha inocência, pensei que agora poderia ter paz, algo que não acontecia desde que me mudei para esta casa. Houve, de facto, alguns dias de acalmia, altura em que pude rejubilar com o som matinal dos passarinhos e restantes bichezas que habitam a área, bem como respirar ar sem pó ou cheiro a qualquer coisa relacionada com verniz ou tinta.

Mas a renovação da cidade não pode parar, nunca! E então, noutro belo dia, quando acordei ao som de obras e constatei que tem agora início, em frente à casa onde vivo e trabalho, uma renovação, que envolve demolição total e posterior construção, senti-me novamente em casa. Sim, voltaram as obras, o pó, o ruído, os cheiros. Com o bónus de que estes senhores começam ainda mais cedo (por volta das 7h30). Estas coisas lembram-me que às vezes a renovação está bem mais literalmente presente nas nossas vidas do que gostaríamos. E posto isto, bom fim-de-semana!

05/11/2008

04/11/2008

Truques na manga

Daqueles que usamos muitas vezes, para abrir aquela porta do armário sem ruído, para fechar a porta sem que ela volte a abrir, para fechar a gaveta do congelador sem encravar a porta. Toda a gente tem os seus. Estava entretida a listar mentalmente os meus, quando me apercebi que são mais que muitos. Numa casa, especialmente numa casa antiga, há que ter truques para contornar as portas empenadas e as janelas que não fecham sem artimanha. Conhecemos uma casa quando podemos andar nela de olhos fechados, ou sem luzes, e quando sabemos exactamente o que fazer para que a persiana fique totalmente fechada; uma casa é realmente nossa pelos hábitos.

30/10/2008

Falar sem palavras

Já achava que alguma da melhor comunicação se fazia sem palavras. Depois da primeira aula de língua gestual, esta consideração passou a certeza. Para quem lida diariamente com milhares de palavras, é bom descobrir vida para além delas :)

16/10/2008

Das pessoas: o Sr. Inácio

Para além de ter uma loja com um nome que já não existe, cuja placa tem um número de telefone com muito menos dígitos do que os actuais, o Sr. Inácio aqui da rua tem uma voz que não devia existir. Daquelas vozes que não se associam à cara de ninguém, porque são tão descabidas que se pensa que não existem, muito menos num dos vizinhos do lado. Para além disso, a voz do senhor é uma voz que não existe, bastante irritante e com requintes maléficos de cana rachada ambulante. O senhor até é simpático, coitado, mas tremo só de pensar que vou passar por ele e vou ter de lhe dizer bom dia ou boa tarde (sim, vou ter de dizer, porque sou daquelas pessoas irritantes que cumprimentam tudo e todos à moda antiga *e* que esperam uma resposta), e ele vai responder com aquela voz que não existe e que nunca ninguém, jamais, em tempo algum associaria à cara do dono.

15/10/2008

Time of your life

"For what it's worth
It was worth all the while
"

Ouvi esta música algures num episódio final de uma das minhas séries favoritas de todos os tempos. Até hoje gosto dela. Uma letra tão simples que resume tanta coisa :)

10/10/2008

Dos fins

Tomei, há relativamente pouco tempo, uma decisão grande a nível profissional. Não me arrependo dela. Mas agora que se inicia a segunda nova fase dessa decisão, não consigo deixar de pensar mais no tema. Na liberdade, estou melhor que dentro dos horários estabelecidos [que tantas vezes - demasiadas - acabam por não ser cumpridos]; na liberdade, as regras são, tanto quanto possível, minhas. Mas eu, que não privilegio a estabilidade laboral, temo na mesma a instabilidade da minha liberdade. Irónico, e algo irritante. Há-de passar.

19/09/2008

Há tanta coisa...

...que perco por estar longe de parte dos meus amigos. Perco-lhes alguns momentos de festa, de alegria, de tristeza, de tudo, e tudo coisas que gostava de viver muito mais, tão mais de perto, com eles. Daí que esteja tão contente por ir a uma das minhas casas neste fim-de-semana: porque dois dos meus maiores amigos fazem anos de casados e eu vou poder estar lá :)

10/09/2008

Do futebol e da descrença

SMS para irmã: Estou a apanhar uma tosta na fila pros bilhetes em Alvalade!
Irmã: Bilhetes para quê?

Isto hoje está complicado. Portanto, que logo seja bem mais fácil :)

Do futebol e da fé

- Vou a Alvalade logo!
- Fazer o quê?
- Ver Portugal, claro! (...)
- Ah! Olha que esse pessoal que vai ao futebol não é muito civilizado!
- Mas eu vou ao futebol e sou civilizada!
O pai continua a dissertar sobre os defeitos dos pouco civilizados adeptos do futebol.

02/09/2008

O semi-sono da boca

Acabada de chegar do dentista, metade da minha boca dorme; algo que me levou a pensar o quão seria útil pôr o corpo a descansar parcialmente, por turnos. Não sei como se resolviam os problemas de equilibrio entre parte adormecida e parte desperta, nem sei como se resolveriam todos os problemas que poderiam surgir da situação; se soubesse ou tencionasse descobrir, dedicava-me à ciência. Como não sou cientista, esta é só uma ideia um tanto ou quanto ridícula que decidi partilhar. Acho que tem que ver com o tempo de espera a ver o [preencher com a estação do ano em que nos encontramos] Total e a assistir à entusiasmante actuação do jovem que é filho daquele senhor conhecido cujo nome começa por car e acaba em reira. Inspirador, no mínimo.

01/09/2008

Um dia

Quando tiver pelo menos 80 anos e se ainda conseguir andar, também hei-de ir discutir aos berros para uma biblioteca pública de uma das minhas terras, acompanhada de alguém com um tom de voz sonante. Discussão essa que será total e absolutamente inconsequente/inútil, e que versará sobre as instituições centenárias da terra em questão; e que continuará a ser aos berros, mesmo que eu seja interpelada por uma ou várias pessoas que tentam trabalhar no local (pois trata-se de uma biblioteca pública). Depois dessa discussão inconsequente/inútil, dirigir-me-ei ao café e lá permanecerei três horas em silêncio a beber um galão descafeinado.

28/08/2008

12 palavras de que gosto*

afinfar, giroflé, doze, barbárie, rir, mar, casa, hoje, fofo, tunflas, fanfarronice, espectacular.

*A propósito disto :) Tarde melhor que nunca. Dei por mim a lutar pelas 12 e depois dei por mim a excluir umas para pôr outras...curioso!

Vou...

...lá acima e já volto! :)

27/08/2008

Da recuperação e do quase desespero

A demorada recuperação de uma casa praticamente destruída. Lenta, cuidada, ao pormenor: cada milímetro da casa é tratado, pintado, reconstruído, renovado. Passo a passo, as coisas assumem a sua forma e tudo passa a estar como se quer, renovado e robusto. As ruínas dão lugar a um lugar habitável. O trabalho começa cedo, inclusive num dos dias do fim-de-semana, mas as coisas parecem avançar tão devagar, como se houvesse todo o tempo do mundo.

Sim, eu acho isto tudo muito bonito e imagino que devagar se vá ao longe também nas recuperações de casas, blá blá, blá. Mas viver (e trabalhar, também) ao lado de obras que parecem nunca mais ter fim é dose! Por isso, amáveis trabalhadores da construção civil que labutam aqui ao lado: está mas é a DESPACHAR, que há gente que quer ir para aí morar e eu quero o meu sossego de volta e depressinha, OK?!

20/08/2008

Tempos

Há pessoas para quem gostamos [e fazemos questão] de ter tempo. Outras que se calhar perdemos por não termos tempo para elas. Ando com os tempos algo baralhados e gostava de recuperar algumas pessoas para quem provavelmente não tive tempo noutras alturas. O pior é que nem sempre os tempos das pessoas se encaixam.

04/08/2008


É seguramente uma das maiores prendas que já tive, e uma das mais giras também.
Fôfinho até mais não, o meu spuff novo! :)

Nem tudo o que é de borla...

...vale realmente a pena. Ou melhor, até pode valer, se tivermos em conta que conseguimos rever alguns amigos que não vemos há uns tempos porque como é óbvio, se é de borla, toda a gente lá está, graças à nossa tugo-obsessão por borlas, brindes e tudo o que mexa - ou não mexa - e seja grátis. Pelo menos a conversa faz-nos esquecer a qualidade de som totalmente deplorável e o acto de enche-chouriço que está a ter lugar em palco. A vida segue mais a norte, durante alguns dias. Boa semana :)

30/07/2008

Dubidubidu

The way your smile just beams
The way you sing off key
The way you haunt my dreams
No, no they can't take that away from me.

Ver aqui.

29/07/2008

A melhor das prendas

Ouvir as vozes de quem gosto todos os dias, quase todos os dias ou mesmo quase nunca. Desde que sejam as vozes de quem gosto.

24/07/2008

Era um sonho...

...conhecer um fã incondicional daqueles canais de TV de caça, pesca e vela. Só para saber que há alguém que realmente os vê!

Saudade II.

Perguntava-me ainda hoje por que motivo as visitas aqui ao estaminé não param, isto porque como é evidente, ele está um bocadito assim pró parado. Depois percebi tudo quando vi as estatísticas. É o arquivo que cá traz as pessoas. Devia passar a escrever mais coisas no passado, se calhar?

Saudade.

Uma palavra que nos é tão próxima, mas cujo significado compreendemos tão melhor quando estamos realmente, fisicamente longe. Tenho saudades tuas é só das melhores frases que se podem ouvir, e só alguém que está muito perto a pode dizer. E pô-la a significar alguma coisa.

20/07/2008

O nosso umbigo

Pior, muito pior do que dizermos que não gostamos disto e daquilo, é conseguirmos ser capazes de fazer...ainda pior do que dizemos que não gostamos que nos façam. Ele há ironias giras :)

Boa semana!

17/07/2008

Agora sim, vejo a vida muito mais cor-de-rosa! Há prendas assim, que parecem feitas de encomenda. Obrigada :)

06/06/2008

02/06/2008

Outro futuro*

Mudança, mudança, mudança. Já mudei inúmeras vezes, mas nunca tanto em tão pouco tempo. E de cada vez que mudo, chego à mesma conclusão: gosto tanto destas mudanças para melhor. Animam a alma. E aqui a alma estava a precisar disso :)

*Balla

05/05/2008

Take this sinking boat and point it home...

Que grande, grande filme. De uma simplicidade arrebatadora. Não se vêem muitos filmes assim. Mas é tão bom quando os encontramos, sem querer.

03/03/2008

III

O blog a fazer anos, três anos, e eu sem nada de jeito para dizer. Sou coerente, portanto. Só não podia não dizer nada de nada. Parabéns, erro. Boa companhia, apesar de tudo!

25/01/2008

Drama II, automobilizado

Vai uma pessoa descansada para o bólide de manhã, olhos ainda a recuperar do choque luminoso matinal, e encontra o pobrezito com o vidro ligeiramente aberto, mas as portas fechadas; vai daí, repara que as coisas lá dentro parecem estar fora do sítio. E não é que estão mesmo? Pois. Alguém andou no meu carro, constato. Não encontrou nada para levar, porque não havia, por isso saiu como entrou e ainda deixou as portas fechadas. Como é a segunda vez que acontece em relativamente pouco tempo, começo a pensar, e como alguém já me sugeriu, que devia deixar lá una aperitivozinhos e uma colazita. Estes meliantes têm sido simpáticos. Obrigadinha, meliantes ali da zona. Da próxima, agradeço só que tentem deixar as coisas mais arrumadinhas, sim? Assim quase nem notava que se tinham dado ao trabalho de me fazer uma visita.

Drama, panificado

Há mais de um ano que cá estou, sim, mais de um ano. Já conheci muito sitiozinho que por aí há e ainda me falta outro tanto a quintuplicar. Já descobri muita coisa boa. Mas o que me apoquenta, o que realmente não me deixa dormir à noite, aquilo que eu gostava tanto de compreender, é o porquê de na capital, não haver pão de jeito. O Norte tem a regueifa e a grandiosa broa d'Avintes; mais a Sul há o pão alentejano, o pão algarvio, tanta broa decente que por aí se faz por essa terra afora e na capital, nada. O deserto. Alguém me convence de que ainda vou conseguir encontrar pão de jeito nesta cidade?! Dão-se alvíssaras. Provem que estou errada, gentes locais com grandes conhecimentos panídeos. Digam-me onde há pão daquele de comer e chorar por mais. É que estou prestes a achar que não é possível.

Eu queria...


...e não é que fui?

09/01/2008

Das fadas

Decidida a tratar de todos os assuntos relacionados com a minha casa num só dia, marquei visitas de três técnicos diferentes para o mesmo intervalo horário de hoje à tarde. Várias horas, alguns esclarecimentos, alguma seca, inúmeros telefonemas, duas mini-mini-inundações e horas de limpeza depois, aqui estou. A conclusão? Ser fada do lar dá tão cabo das costas.

Caminhos para 2008



Pés num país que não o meu. Foi como entrei em 2008 :)

Bom ano!

26/12/2007

O declínio das meias

Nem um par de meias recebi este Natal. Nem um, unzinho!

Nem me parece Natal a sério, assim. Que se segue, hã? A extinção dos pijamas?!

Aqui o estaminé espera que o vosso Natal tenha sido bom :)

A revolta dos narizes?

A alguns dias do ano novo, altura em que entra em vigor a nova lei que proíbe fumar em praticamente todo o lado, leio um artigo desta revista (e que boa é!) que fala do cheiro que agora se faz sentir nas discotecas e bares lá da ilha, onde a mesma proibição vigora há já alguns meses. Como o cheiro do tabaco deixou de mascarar todos os outros cheiros que por lá andam, parece que a coisa se pode tornar bastante insuportável para os narizinhos sensíveis. Por isso, toca a tomar banho e a lembrar as vantagens de um desodorizantezinho, meus caros! Os narizes dos restantes agradecem :)

A vista da minha janela


Ou de como a minha túlipa é liiinda!

Tudo uma questão de perspectiva*

Perguntam-me muitas, tantas, inúmeras vezes se estou a gostar de estar em Lisboa. Sim, é sempre a minha resposta, sem quaisquer dúvidas; a minha capacidade para suportar uma mudança para uma cidade que não é a minha surpreendeu-me e surpreende-me, mas a cada dia que passa, sei que posso e acho que consigo estar bem em qualquer lugar, desde que esteja predisposta a isso. E isso mesmo dá-me uma serenidade imensa. Coisas de que gosto e coisas de que não gosto, há-as em todas as (poucas) cidades onde vivi; apego-me às coisas de que gosto e convivo com as outras o melhor possível. E na realidade, não conseguiria estar muito tempo num sítio de que não gostasse minimamente. Não conseguiria não ir embora se achasse que era isso que devia fazer.

Isto a propósito de pessoas que vivem numa cidade, mas que juram a pés juntos, todos os santos dias, que a detestam, abominam, que odeiam as pessoas que a habitam; quando elas próprias fazem parte dessa cidade, para o bem e para o mal. E não são as cidades feitas de pessoas?

A conclusão a tirar não é nenhuma em especial. Eu, quando estiver mal, mudo-me. Ou tento ficar bem de alguma forma. E este é provavelmente um dispositivo de segurança que mais gente se devia habituar a usar.

*A poucos dias de se completar um ano após a minha mudança para território mais a Sul.

01/12/2007

Eu estive lá*!




E não podia recomendar mais vivamente :)

*Cirque du Soleil

20/11/2007

Do que é necessário

Sempre que vou ao supermercado - algo que acontece muitas vezes devido à minha manifesta e assumida incapacidade (falta de vontade, também) de planear refeições com muita antecedência - tenho de me dedicar a pensar no que me falta em casa, porque se há coisa que odeio é precisar de alguma coisa e não a ter (sim, isto pode ser um grande defeito, a arte também está em contornar as faltas, bla bla blá, mas o que eu queria mesmo era ter aqui o que queria e ponto final, sou assim de quereres, embora depois de muito praguejar lá me dedique a ultrapassar a coisa o melhor possível).

Posto isto, há sempre qualquer coisa de que me estou constantemente a esquecer. E isto poderia fazer com que eu anotasse, sim, eu anotasse - que simples e prático! - o que me faz falta e isso seria remédio santo. Mas não. Eu insisto em ignorar as vantagens das listas.

Começo a pensar que as muitas palavras inúteis que escrevo me tornaram alérgica às palavras realmente úteis.

19/11/2007

Lições de Lisboa I - pé ante pé

Não tenho dados estatísticos que o comprovem nem grandes certezas científicas, mas Lisboa será seguramente uma das cidades portuguesas com mais calçada...portuguesa, claro está. E sim, é bonita, típica, dá um ar arrumadinho e tudo e tudo. Eu gosto muito de calçada portuguesa. Mas com chuva, senhores, com chuva, a calçada portuguesa nestas colinas à beira-rio plantadas é uma armadilha que espera cada passo, uma arma letal com silenciador que só espera um andar mais apressado, uma distracção, um sapatinho com a sola mais polida para nos fazer despenhar de queixo e só parar lá em baixo no sopé. Por isso hoje fui, com a calma possível debaixo de uma chuva bastante persistente, até lá abaixo. Isoldinha 1, calçada 0. Mas não estou certa de que vai ser sempre assim; ela lá continuará, desafiadora, a atrair a si os mais incautos. Aconselha-se prudência :) Boa semana!

12/11/2007

Não produtiva, eu?

Estou a tomar um medicamento para tosse de origem irritativa, não produtiva. Ora se o medicamento também curar a irritabilidade e a não produtividade para além da tosse, conheço algumas pessoas a quem o vou recomendar vivamente.

A solução para alguns dos males deste mundo afinal existe e está dentro de um frasco.

11/11/2007

Dilema horário

- A rádio acabou de dizer que eram 23 horas.
- O meu PC diz que são 23h04.
- O relógio aqui ao lado diz que são 23h02.
- Outro relógio aqui ao lado diz que são 23h03.

Todas estas discrepâncias levaram-me a ir procurar o relógio mais exacto do mundo. Encontrei esta interessante notícia, que fala do relógio mais preciso de todos os tempos. Depois de tantos dados, cheguei à conclusão de que não o quero. O tempo já é suficientemente - e maravilhosamente - assustador sem tanta precisão.

Boa semana! :)

21/10/2007

Algures entre o norte e o sul...

...num comboio que para variar, está atrasado. As viagens que me alternam entre as minhas duas cidades também já fazem parte dos hábitos. Tanto tempo perdido (ou ganho, conforme como ocupo o tempo) entre locais, tanto que ganho e perco ao fazer cada viagem.

Boa semana :)

30/09/2007

Dizer adeus

Gosto de ver as despedidas dos outros. Odeio as minhas. Porque se já me parece sofrer com as dos outros, mais ainda me custam as minhas. Acabo de ver uma senhora lavada em lágrimas e foi como se me despedisse com ela dos quatro velhinhos que iam partir comigo neste comboio. Por isso, prefiro sempre não dizer adeus.

28/09/2007

A pé



Andar a pé tem destas coisas. Aprendemos a olhar mais para o chão.

22/09/2007

Dos desejos

Inessential, but desirable.

Nada como comprar mais uma pequena bolsa que se atreve a resumir num dos lados, sem medos, o motivo por que a comprámos: porque sim.

2 sem 3

Se eu instituísse um dia mundial hoje, era o da lamechice pegada. Ainda bem que está aí o fim-de-semana para desanuviar. Tenham um bonzinho, sim? :)

Dia cinzento mais a sul

Mensagem solarenga directamente do Norte. A isto, eu chamo telepatia mais-que-perfeita.

Porque é tão bom...

...que a felicidade dos outros seja um bocadinho minha também. Mesmo quando estou mais longe e nem sempre é fácil estar lá, fazem com que seja e me sinta sempre parte dela.

À A. e ao M., amigos do peito, e do braço, e da perna e do corpo todo. Não tenho palavras para vos desejar nada. E para além disso, vocês sabem que vos desejo nem mais, nem menos do que tudo. E mais alguma coisa :)

Lá no Norte

Sim, no Norte. Tudo o que fica a Norte de Lisboa é...o Norte. É a conclusão a que chego todos os santos dias quando ouço esta expressão (algo que acontece em média aí uma três vezes por dia, sem exagero).

E sim, sou orgulhosamente do Norte, na pronúncia, no carácter e em inúmeras outras coisas. É de lá que sou e é lá que tanto gosto de voltar. Mesmo mais a Sul e por mais tempo que cá passe, vou ser sempre a pessoa lá do Norte.

15/09/2007

E com o item abaixo

Veio o dilema da organização das pastas. Acho que alguns músicos poderão ficar aborrecidos com a companhia. Prevejo violentos motins.

É meu


E tão fôfinho que ele é :)

Não vi o soco...

...mas vi um estádio bastante a puxar pro feio (e que me desculpem os fãs do clube em questão, não é nada de pessoal), onde parecia que nunca se tinham organizado jogos de futebol daqueles a sério. É que foi das entradas mais mal organizadas que já vi. Quanto ao resto, já se sabe.

27/08/2007

Quase melhor que ir de férias...

...é descobrir que aqueles sapatos que queríamos mesmo comprar estavam à nossa espera precisamente no país para o qual decidimos ir passar férias. Conclusão lógica? Tenho de viajar mais para encontrar várias outras coisas de que preciso. Tão simples, afinal.

Chegadas


Férias curtas que pareceram longas. E que foram muito bem aproveitadas :)

18/08/2007

Partidas



Linha de ida, às vezes de volta também. Hoje, foi a ela que voltei para não voltar a ir durante uns tempos. É que estou de férias! Até breve :)

12/08/2007

Trabalho II



Quem disse que era difícil arranjar uma ilha* só para nós?

[* A coisa amarela é uma mesa de esplanada.]

Trabalho?



Ou das tentativas de o trabalho parecer o menos trabalho possível :)

09/07/2007

3. Bóia de salvação

Sou viciada em newsletters. É um vício, pronto, confesso-o desavergonhadamente pela primeira vez neste blog. É que eu não posso ver um linkzinho a dizer newsletter, inscreva-se já ou afins, porque sei que clico nele imediatamente e que isso é total e absolutamente inevitável. Recebo newsletters de tudo e mais alguma coisa: da minha área profissional, de jornais, revistas, tiras de BD, museus, bares, agendas culturais, agências de viagens, novidades de marcas e empresas em geral, de lojas, enfim. Se me interessa minimamente, eu inscrevo-me.

Depois só tenho o grave problema de não conseguir ler tudo com a devida atenção (salvo raras excepções; é que há newsletters mesmo boas que leio religiosamente do princípio ao fim); mas deixar de me inscrever só por causa disso?! Nunca! E então era isto que vos queria dizer hoje.

2. Imergir

É o que quero fazer durante estas férias. Tenho tempo para não pensar em grande coisa e para pensar em tudo ao mesmo tempo. Por isso se me dão licença, vou ali dar uns mergulhos e já volto :)

1. Emergir

Finalmente, algum tempo que decido dedicar às escritas não profissionais. Já desisti de tentar encontrar desculpas para não escrever aqui; já confessei que simplesmente não me tem apetecido e que não tenho feito esforço nenhum para que me apeteça. Agora, que estou de férias e tenho tempo para parar, tento voltar; devagar e ainda sem grande vontade. Vamos ver no que dá.

17/06/2007

Argh.

Não me vou queixar que não tenho tempo, porque vou tendo algum. Não vou mentir e dizer que tenho vontade de cá escrever, porque se a tivesse realmente, escrevia. Acho que cheguei à fase em que simplesmente estou cansada de me ler. É um facto e pronto. Agora tenho de pensar aonde é que esse facto me leva; é que ando de poucas palavras.

26/05/2007

Modo de pausa, outra vez

Sim, eu sei, este blog tem andado assim a modos que...OK, não tem andado de todo. A culpa é minha e da relativa dificuldade que tenho em encaixar os velhos e novos hábitos nas novas rotinas. Ainda pior têm andado as visitas a outros blogs, aliás, os comentários, porque visitas eu vou fazendo regularmente! Penso algumas vezes se será uma fase passageira, pergunto-me quanto irá durar. No fim das contas, decido não me preocupar e ir escrevendo, ver no que dá. Quem sabe um dia volte às escritas mais regulares, quem sabe não chegue a voltar. Ando voluntariamente preguiçosa para blogues e isso não me preocupa assim tanto. Agradece-se a paciência de quem vai voltando :)

18/05/2007

Calor a quanto obrigas

É só fazer as contas: calor e feriado [para mim], igual a...praia! Aproveitem o bom tempo e bom fds :)

13/05/2007

Meias cinzentas

Isso mesmo, meias cinzentas. Nada têm de especial, a não ser o facto de que ainda ontem eram...cor-de-pele. Entre esta mudança cromática esteve a minha estreia com a máquina de lavar roupa da casa onde vivo agora. Foi uma questão de temperatura, de acordo com a minha análise de diagnóstico feita sem conhecimento rigorosamente nenhum da causa - foi, portanto, a causa que eu própria imaginei para este ligeiro contratempo (em comparação com outros que já tive). O saldo foi positivo: a máquina e eu não nos demos mal da primeira vez, vamos ver como evolui a relação :)

12/05/2007

Finalmentes

Eu levanto-me muito cedo, mas mesmo muito cedo, para ir trabalhar. Há dois dias da semana em que posso (finalmente!) dormir até horas decentes: o sábado e o domingo, pois claro. Ora e se por motivos que não interessam aqui, nem agora e que nunca hão-de interessar a ninguém que não a mim, eu volto a acordar cedo num desses dois magníficos dias em que posso (finalmente!) dormir até horas decentes? Recusei-me a ceder à má-disposição; levantei-me cedo. Como consequência disso, parece-me que este dia de hoje dura há pelo menos três dias. E isto não é necessariamente mau, entenda-se; a julgar pela quantidade enorme de coisas que consegui (finalmente!) fazer. Quero mais dias destes, mas com mais horas de sono antes que é para não estar a cair à hora dos patinhos, pode ser?

07/05/2007

Mil e uma noites...

...para arrumar tudo nos devidos locais. O que é pior? É que os devidos locais, vou-os alterando à medida que conheço os cantos à casa. Tenho a estranha impressão de que estas arrumações não vão ter fim tão cedo. Boa semana :)

30/04/2007

Cura de sono - ou de como tirei a barriga de misérias

Quando tenho sono (sim, algumas vezes acontece eu ter sono), tenho sono mesmo a sério; daquele sono impossível de contornar, que faz fechar os olhos quando não se quer que eles fechem. Foi esse sono que não contornei este FDS. Adormeci nas várias viagens, adormeci no sofá, dormi até não conseguir dormir mais. E ainda posso dormir muito amanhã. (E mesmo assim fiz tanta coisa para além de dormir.) A semana promete :) Bom feriado e boa semana!

Perto, longe

Ou de como algumas distâncias impostas nos mostram a distância real a que estamos das pessoas. Aquela que não se traduz em quilómetros; porque essa...essa nunca é uma boa tradução da distância de que estou a falar: aquela que custa muito a percorrer.

29/04/2007

Oui, c'est moi*

Porque há coisas que soam muito melhor numas línguas do que noutras? Se calhar é por isso que não consigo dizer certas coisas e que outras me soam mal; ainda não as aprendi a dizer na língua certa ou não mas disseram na tradução com melhor sonoridade.

*Escolha aleatória.

Do ser irresistível

A minha casa nova tem alguns defeitos, que vou constatando agora que lá estou. Por exemplo, o fogão está parcial e irremediavelmente avariado. As persianas/estores não funcionam (mas isso irá ser remediado em breve). O sofá-cama tem mazelas antigas. Há pouco espaço para a minha tralha toda (mas ela há-de lá caber custe o que custar) e as coisas não parecem nunca estar arrumadas (por mais horas que eu passe a tentar que pareçam). A vizinha de baixo parece ser muito chata e tem um ar ligeiramente psicótico. O supermercado mais próximo não é assim tão próximo quanto isso. E o senhor do pomar duma rua lá perto é daqueles velhinhos demasiado simpáticos.

E no entanto, é a primeira casa que não é minha, mas que parece sê-lo. Estranho, como as coisas irresistíveis podem ter inúmeros defeitos e como mesmo assim conseguimos gostar bastante delas. É que eu faço sentido naquela casa, assim cheia de defeitos; parece quase humana.

28/04/2007

14 dias depois

Tive de andar longe. Aprendi como é difícil fazer mudanças praticamente sozinha (sim, praticamente, devido a algumas excepções de pessoas a quem vou estar eternamente agradecida por me tirarem algum peso das costas, literalmente!) e sem carro. Subi e desci mais lanços de escadas no mesmo dia do que alguma vez já tinha subido e descido. Continuo a não consiguir gerir bem o tempo com tanto que fazer numa cidade [relativamente] grande. Mas devagar, a coisa vai. Voltei, acho eu :)

14/04/2007

Ando longe

Daqui e de muitos outros locais. Donde provavelmente devia estar mais perto; mas neste momento, preciso de estar assim, longe. Daí as ausências e o silêncio. Isto passa! Boa semana :)

10/04/2007

Porquê, oh porquê...


...que há sempre um vizinho que não quer silêncio quando nós o queremos muito? Pior, quando precisamos mesmo muito dele? Não há direito! E eu, que nem tenho grandes queixas da (actual, quase ex-) vizinhança, hoje estava capaz de ir bater às portas todas a explicar que precisava de não ouvir rigorosamente nada. Muito menos precisava de ouvir música (má) aos berros e gente aos berros também. Haja paciência.

Mudanças

É oficial: vou andar em mudanças (e tudo o que elas envolvem) durante os próximos tempos. Salve-se quem puder. Porque quem não puder, não tem escapatória possível: é que vou andar em mudanças e muito mais insuportável do que nunca (sim, é possível).

A nova casa foi um amor à primeira vista. Não é uma casa perfeita; mas gosto dela na mesma, com todos os defeitos que tem, com todos os ruídos irritantes, com tudo o que não é assim tão bom e tudo o que podia ser tão melhor. Mesmo como nos grandes amores à primeira vista.

03/04/2007

Volta, bólide branco, estás perdoado!

Algum dia havia de acontecer; mas esperamos sempre secretamente que algumas primeiras vezes sejam adiadas o máximo de tempo possível. E foi assim que no dia das mentiras - e infelizmente não, não é mentira - o meu bólide branco, agora habituadíssimo a voar (cuidadosamente, entenda-se!) imparável pelas ruas da capital, sofreu um embatezinho assim a modos que antipático, que o deixou imobilizado e triste numa oficina sem a sua mais-que-tudo izzoldinha. A culpa não foi minha, nem dele, e felizmente toda a gente envolvida saiu ilesa. Mas o medo do que vemos que vai ser inevitável, o susto do que acontece e todos os sentimentos que surgem pós-acidente são do pior. As fracções de segundo antes do choque parecem uma câmara lenta que não acaba; depois finalmente paramos e...constatamos que estamos bem. Estamos bem. E de repente, só isso parece importante.

30/03/2007

Do passado

Lido bem com o passado, com o que me trouxe, ensinou, mostrou, com o que vivenciei dele. Somos feitos do que já vivemos, sim, mas não podemos deixar que as coisas passadas nos esmaguem e nos prendam. Que não nos deixem viver o presente e pensar no futuro sem o peso do que já nos aconteceu um dia. Não podemos avaliar tudo pelo peso e medida do que já foi num passado mais ou menos distante. E agora, como se explica isto a alguém que se recusa a sair do que já viveu um dia?

28/03/2007

Contra-relógio

Só tenho tempo de notar que o tempo passa demasiado depressa com tanto que volto a ter para fazer esta semana; felizmente, não é só trabalho a mais - é tudo o resto que se resolveu acumular também.

Começo a semana com uma certa sensação de que as mudanças na minha vida se começam a fazer sentir mais a sério. Queria que acontecessem um bocadinho mais devagar para ter tempo de as (tentar) assimilar; pena que a vontade por si só não mude a velocidade real das coisas.

Boa semana :)

23/03/2007

Sai um fim-de-semana para a mesa 12

Foi semana de ter trabalho extra; algo que é bom para a conta bancária, mas mau para quase tudo o resto. Posto isto, sai um fim-de-semana para estes lados, sim? Pode ser já? Agradecida. (Ainda por cima, tantas palavras extra esgotam-me as palavras menos técnicas. Grunf.)

19/03/2007

Bad whatever day

Não está a ser propriamente um bad *hair* day. O cabelo em si até está bastante decente; tudo o resto é que foi totalmente irritante. A pior parte? É que o dia ainda vai longe do fim; e eu com tanto por fazer ainda...

Apesar de tudo, boa semana :)

18/03/2007

Post em movimento

Quando funciona, a tecnologia faz maravilhas. Por isso é que eu estou num comboio a caminho da casa mais a sul a escrever estas linhas. E de repente, até o facto de ter um jovem rapaz ao lado cujas preferências musicais roçam o abjecto, de ele cheirar mal e ter uma respiração pesada nem me parece tão importante. Cof.

17/03/2007

Norte e sul

Devia ser possível deixar mais a sul o que é do sul; mas não. Trouxe as preocupações do sul mais para norte. A ver se os ares cá de cima lhes fazem bem?

Bom fim-de-semana :)

13/03/2007

Dos passos

Quando vou sozinha na rua, não consigo andar devagar. Mesmo que não tenha horas, dou por mim a acelerar o passo, a dar corridas para apanhar o metro ou o autocarro ou o comboio seguintes. Algo escusadamente, eu sei; mas não consigo evitá-lo.

Já quando sou mesmo obrigada a correr, aquelas corridas que tenho de dar porque não tenho de facto outra hipótese, é ver o meu ar irritadíssimo por ter de o fazer, quando muitas vezes a culpa do atraso é quase única e exclusivamente minha. Alguma coisa não bate certo na minha programação de velocidade pessoal.

11/03/2007

Calor em Lisboa, ou o belo tema do tempo que faz

Fim-de-semana mais a sul na melhor das companhias. O calor foi só a cereja em cima do bolo. É notório que está toda a gente ansiosa por encurtar as mangas, usar sapatos menos invernosos, estar ao sol sem fazer nada, passear à procura de sombras. Tão bom, o calor; espera-se que tenha vindo para ficar. Boa semana a todos :)

06/03/2007

Até um rato está menos calado

Que dizer de pessoas que escolhem não participar nas conversas, mesmo quando se tenta a todo o custo que digam qualquer coisa? Pessoas que parece que não ouvem nada do que se lhes diz ou tenta dizer? Que não respondem a bocas, a provocações, a convites, a perguntas, por mais que se tente arrancar uma palavrinha, umazinha que seja? É uma escolha, sim, ficar à parte e manter as distâncias; uma escolha que pode sair relativamente cara quando as pessoas que ignoramos passam grande parte do dia connosco - porque as pessoas são assim: aprendem a ignorar quem as ignora.

Tanto azul


Quanto é que tiveste?!*

Sim, vivemos numa aldeia global e as empresas têm de se adaptar às novas realidades do mundo empresarial, à concorrência, blá blá blá. Até aí, tudo bem. Mas daí a ser preciso ter classificações por notas, como na escola primária...vai uma grande distância. Ou nem tanta quanto isso.

Cresce uma pessoa a pensar que se vai livrar dessas coisas para afinal ter de voltar ao stress dos números e das classificações. Umpf.

*Ai, as vezes que esta frase se dizia...

Historinhas para gente graúda: a ver


O Labirinto do Fauno

05/03/2007

2 anos e 2 dias depois

O Errortográfico continua no mesmo sítio :)

Obrigada a quem por aqui passa!